Nove anos de mandato, uma obra: a falta de água
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Maria da Graça Carvalho apontou a falta de investimento como uma das causas.
Embora a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos e os SMAS garantam a qualidade da água, o BE teme que "a ausência de pressão interna" nas tubagens facilite "a infiltração de águas exteriores e potenciais contaminantes".
A água da torneira poderá aparecer "um aspeto esbranquiçado", mas será potável.
O BE defende que a autarquia deve disponibilizar de imediato pontos de acesso a água potável nas zonas mais afetadas e reforçar a comunicação com a população, com avisos prévios sobre interrupções no abastecimento.
Ao gabinete de crise, adiantou, competirá a avaliação da situação diária das medidas já implementadas.
Vereador Paulo Sabino, afirmou que as sucessivas falhas no abastecimento de água "foram a gota de água".
Nos últimos dias moradores de várias localidades do concelho têm relatado sucessivas falhas no fornecimento.
Equipas estão no local para proceder à reparação.
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Segundo a EPAL, as tarifas foram atualizadas de acordo com previsão do índice harmonizado de preços no consumidor, publicado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.
Preço da carne, tabaco, combustíveis e bilhetes de transportes ficarão mais caros. Em contrapartida, aumenta o salário mínimo, as pensões e o subsídio de desemprego.
A AEPSA alerta para a necessidade de mudanças profundas, cumprindo o princípio do "utilizador pagador" e diz que os preços que se praticam em alguns municípios não são reais.
Amarante, Oliveira de Azeméis, Ovar, Albergaria-a-Velha e Baião são os cinco concelhos onde a fatura global (120 m3/ano) é mais elevada.
Lagoa, Lagos, Silves, São Brás de Alportel, Loulé e Castro Marim são o 'top' seis dos concelhos algarvios que mais água tratada desperdiçaram em 2022.
O valor inclui 12,4 milhões de euros para abastecimento público de água, 10 milhões de euros para o turismo, 350 mil euros para a agricultura e 2,9 milhões de euros para gestão, monitorização e fiscalização dos recursos hídricos.