Sábado – Pense por si

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

Já nem o drama lhe vale

Trump tenta ir de drama em drama para disfarçar a sua total e manifesta incapacidade de desenvolver políticas públicas estruturadas. Sem soluções para a inflação que ele próprio criou pela aventura irresponsável no Irão, o Presidente dos EUA afunda-se num segundo mandato errático, incompetente e impopular. Nada que não se adivinhasse. Só não viu quem não quis ver. Onde andavam no primeiro mandato?

A lagartixa e o jacaré

A política americana é hoje política nacional

O estilo agressivo, malcriado e insultuoso de Trump está em pleno desenvolvimento em Portugal. São todos muito conservadores e depois não sabem falar noutra linguagem daquela que deixaria um genuíno conservador apoplético de fúria muito pouco conservadora. Nas redes sociais o Chega pouco mais produz do que uma série de insultos, muitas vezes com obscenidades sem qualquer debate racional

O preço certo

José Pedro Aguiar Branco tocou num tema central: sem outras condições para o exercício dos cargos políticos será ainda mais difícil do que já é atrair pessoas de créditos firmados para a actividade política.

Trump já perdeu mas não sabe como disfarçar

Trump não sabe como sair da encruzilhada iraniana e anda a tentar disfarçar. Fala do tempo em que os EUA estiveram metidos no Vietname, no Iraque, no Afeganistão. Avisa que "ainda vai demorar algum tempo" até os preços dos combustíveis baixarem. Projeta uma ilusão de controlo quando, na verdade, está a perder em toda a linha: internamente, a sua aprovação está em queda e a inflação sobe; externamente, a perda de prestígio e de confiança nos EUA é muito evidente. Mesmo que continue a haver quem veja "plano" e "racionalidade" onde, manifestamente, não há.

Hunter Schafer (esq.ª) e Zendaya (dir.ª) na terceira temporada de "Euphoria"
André Almeida Santos

Ainda somos felizes em "Euphoria"

As personagens estão adultas, mas ainda imunes ao toque da realidade. "Euphoria" permanece um lugar belo, trágico e imperdoável na terceira temporada, que estreou a 13 de abril na HBO Max.

Dinheiro e assinatura de contrato: avalie reembolso e evite custos elevados

Erros comuns a evitar ao contratar um crédito pessoal

Antes de contratar um crédito pessoal, avalie a sua capacidade de reembolso, compare várias propostas, analise a TAEG e o custo total, evite decisões por impulso e leia o contrato com atenção. São justamente os pequenos erros que podem sair-lhe demasiado caros.

O instrutor Rubim Fonseca com o kit de sobrevivência, onde não falta o rádio a energia solar
Raquel Lito

Já aprendi a sobreviver às catástrofes

Há um novo guia e fomos saber as regras: alimento, fogo, abrigo e água são vitais, mas não é fácil chegar a eles. Cozinhar carne e conservá-la em frascos, fazer faísca com uma pedra de magnésio, ou converter um saco de lixo numa gabardina requerem perícia e técnica. Estou a léguas do MacGyver. Veja o vídeo.

O PS de Mário Soares venceu as primeiras eleições legislativas em democracia
Francisco Máximo Gaié

A estreia em legislativas foi há 50 anos

A 25 de abril de 1976 entrava em vigor a nova Constituição e votavam 5 milhões e meio de portugueses. Soares derrotou Sá Carneiro e chegou a primeiro-ministro.

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Destaque capa
Ana Taborda

Negócios: como as grandes famílias preparam os herdeiros

Os Mello fizeram uma revisão do protocolo com a quinta geração, Paula Amorim tem o filho mais velho a trabalhar com ela na Amorim Luxury, a ZU é liderada por um neto de Belmiro de Azevedo. Todos trabalharam fora primeiro, e a maioria teve experiências internacionais

Europa vence, Trump e Putin perdem

Os húngaros voltaram a gritar "os russos fora!", mas desta vez Orbán estava do lado dos perdedores. Magyar pode ser uma grande incógnita, mas, pelo menos, apresenta-se como alguém que quer travar a influência do Kremlin e voltar a uma relação saudável entre Budapeste e Bruxelas. Da tensão inusitada entre Vaticano e Casa Branca, o Papa Leão XIV venceu pela sabedoria serena e não se priva de proclamar: "Não tenho medo da Administração Trump". A defesa do "outro" e o respeito pelos mais fracos serão sempre o lado bom da Força.

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