Mau tempo: E-Redes diz que 76.000 clientes continuam sem luz
Só nas zonas mais críticas, contabilizam-se 74.000 clientes sem energia elétrica.
Só nas zonas mais críticas, contabilizam-se 74.000 clientes sem energia elétrica.
Proteção Civil de Pedrógão Grande explicou que "muitos dos cabos já se encontram em carga", têm energia elétrica e deve haver a "máxima precaução" para evitar casos de eletrocussão.
O diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Armando Esteves Pereira defendeu que já não devia haver mais de 100 mil casas sem energia elétrica, mesmo seis dias depois da tempestade. Explicou que é difícil não haver meios de empresas, pois Portugal tem perdido capacidade de intervenção para as empresas privadas.
Ao longo do mês foram sendo estabelecidos novos máximos no consumo diário, que acabou por se fixar no dia 23 de janeiro.
Apesar da aparente normalização da situação, a Câmara de Castelo Branco recomenda a adoção de comportamentos preventivos.
O governante lembrou que “o trabalho de recuperação é um trabalho que, [...] como já sucedeu no passado, incluindo na reposição do fornecimento de energia elétrica, demorará tempo”.
Pelas 07h00, 850 mil clientes da E-Redes estavam sem energia elétrica esta quarta-feira.
Leiria e Portalegre são os distritos mais pressionados refere a E-Redes.
Os ucranianos estão a passar por um inverno rigoroso, depois de repetidos ataques russos à infraestrutura energética terem deixado muitos sem aquecimento e eletricidade. Mais de 1.500 prédios de apartamentos em Kiev ainda estão sem aquecimento, com temperaturas de -10 °C, após o último ataque durante a noite.
Mau tempo ameaça causar estragos em grande parte do país, incluindo cortes de energia elétrica e congestionamento rodoviário.
Durante a madrugada, cerca de 20 clientes foram afetados pela falha de energia.
Foi ultrapassado pela primeira vez os 10 gigawatts.
Dados da REN revelam que o consumo anual de energia elétrica abastecido a partir da rede pública foi o mais elevado de sempre. Em 2025 foi batido o recorde que datava de 2010.
Pelas 08h30, cerca de 16 mil clientes de energia elétrica estavam sem abastecimento nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal.
Este prolongamento do prazo foi decidido na sequência ainda do impacto do 'apagão' de energia elétrica registado no final de abril.
Em causa estão "constrangimentos técnicos" reportados ao Governo pela AT e ocorridos na sequência da interrupção geral de fornecimento de energia elétrica que afetou toda a Península Ibérica.