Ministro da Defesa dos EUA quer medir níveis de testosterona em militares mas urologistas mostram reservas
A ideia, segundo Pete Hegseth, é que todos possam "operar no seu máximo".
A ideia, segundo Pete Hegseth, é que todos possam "operar no seu máximo".
Mais de 50 médicos ‘chumbam’ a Ordem dos Médicos em matéria de proteção de crianças e jovens em confusão identitária e pedem uma auditoria às intervenções hormonais ou cirúrgicas de reatribuição de género. Muitos estão a seguir para transição com apenas uma consulta, alertam os profissionais.
É o nutriente mais importante de todos e não serve só para os músculos: ajuda no controlo da diabetes e no tratamento do cancro e é essencial numa dieta porque sacia. Mas não há uma quantidade ideal para toda a gente e, se não faz muito exercício, comer snacks de proteína não traz vantagens - até pode engordar. Mais: o rótulo não garante que é saudável. Na verdade, muitos destes produtos estão carregados de açúcar.
Mais de um quarto dos adultos portugueses vive com obesidade, uma doença crónica, complexa e multifatorial que a sociedade trata como uma escolha. No MAAT Central, conta-se o outro lado da história: os desafios e a esperança na primeira pessoa.
Em excesso prejudica-nos, mas não podemos viver sem aquela que é conhecida como a hormona do stress. Especialistas alertam para o risco dos suplementos vendidos com o intuito de a controlar e que podem fazer mais mal do que bem
As doenças da tiroide são uma das disfunções endócrinas mais frequentes a nível mundial, em Portugal, podem afetar o equivalente a cerca de 10% da população.
Processo prevê o envolvimento dos médicos de família.
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Já não é só uma moda - metade da população toma e, com frequência, mais do que um. Atuar na prevenção é bom, mas tem de haver uma justificação para o fazer, ressalvam os especialistas, porque estes produtos não estão isentos de riscos, nem são uma pílula milagrosa. Conheça as verdades e os mitos.
Nuno Jacinto considera que as indicações da DGS não são claras quanto às responsabilidades de prescrição destes medicamentos.
José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, não acredita que as dificuldades que os pacientes com diabetes têm em aceder a medicamentos como o Ozempic sejam totalmente ultrapassadas com esta medida.
Foram também financiadas 41 novas apresentações ou dosagens de medicamentos já financiado, para áreas como Oncologia, Sangue, Sistema Nervoso Central, Cardiovascular e Endocrinologia.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
Há uma relação entre as alterações hormonais da mulher e a sua saúde oral, que é pouco conhecida e pode estar na origem de várias doenças - e até partos prematuros. A médica dentista Ana Mexia explica por que é que os dentes são mais do que um problema estético.
Em causa está a disponibilidade dos medicamentos da classe dos agonistas dos recetores GLP-1 (semaglutido, dulaglutido, liraglutido e exenatido), onde se inclui o Ozempic, desenvolvido para tratar a diabetes tipo 2, mas que está também a ser usado para combater a obesidade e ajudar à perda de peso.