Infarmed a trabalhar no regime especial de comparticipação de medicamentos para obesidade
Processo prevê o envolvimento dos médicos de família.
Processo prevê o envolvimento dos médicos de família.
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Já não é só uma moda - metade da população toma e, com frequência, mais do que um. Atuar na prevenção é bom, mas tem de haver uma justificação para o fazer, ressalvam os especialistas, porque estes produtos não estão isentos de riscos, nem são uma pílula milagrosa. Conheça as verdades e os mitos.
Nuno Jacinto considera que as indicações da DGS não são claras quanto às responsabilidades de prescrição destes medicamentos.
José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, não acredita que as dificuldades que os pacientes com diabetes têm em aceder a medicamentos como o Ozempic sejam totalmente ultrapassadas com esta medida.
Foram também financiadas 41 novas apresentações ou dosagens de medicamentos já financiado, para áreas como Oncologia, Sangue, Sistema Nervoso Central, Cardiovascular e Endocrinologia.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
Há uma relação entre as alterações hormonais da mulher e a sua saúde oral, que é pouco conhecida e pode estar na origem de várias doenças - e até partos prematuros. A médica dentista Ana Mexia explica por que é que os dentes são mais do que um problema estético.
Em causa está a disponibilidade dos medicamentos da classe dos agonistas dos recetores GLP-1 (semaglutido, dulaglutido, liraglutido e exenatido), onde se inclui o Ozempic, desenvolvido para tratar a diabetes tipo 2, mas que está também a ser usado para combater a obesidade e ajudar à perda de peso.
Lucy Letby tem 35 anos e está a cumprir prisão perpétua depois de ter sido considerada culpada ter assassinado sete recém-nascidos e ter tentado matar outros dez bebés.
A medicina do futuro será marcada pela prevenção, personalização e inovação tecnológica. Mas os especialistas do painel “As Doenças do Futuro”, moderado por Eduarda Reis, chief medical officer do Grupo Lusíadas Saúde, reforçaram que, independentemente dos avanços, a humanização dos cuidados e o acesso equitativo à saúde deverão continuar no centro da discussão.
A manhã da Grande Conferência Portugal Health Summit, que decorre no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, destacou os desafios e oportunidades da saúde, abordando temas como o impacto das mudanças demográficas, as doenças emergentes e a importância da saúde mental.
Diversas Sociedades médicas, incluindo a Sociedade Portuguesa de pneumologia e outras cinco, recomendam medidas preventivas contra o Vírus Sincicial Respiratório para reduzir hospitalizações e proteger grupos de risco.
O vírus sincicial respiratório é responsável por mais de três mil internamentos em maiores de 65 anos em Portugal. O impacto na mortalidade pode mesmo ser superior ao da gripe em pessoas com doenças associadas. Seis sociedades médicas juntaram-se para recomendar a vacinação desta população.
São treinados para detetar os picos de glicemia dos seus donos. Em situações-limite, salvam-lhes a vida.