Sábado – Pense por si

Não tem rejeição na rua. Soma apoios entre os que gostam dele e os que detestam Ventura
Rita Rato Nunes

Na estrada com Seguro. “Nunca um apelido deu tanto jeito”

Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.

"Vai haver um momento para avaliar [...] como o Governo reagiu. Este é o momento de acudir"

"Vai haver um momento para avaliar [...] como o Governo reagiu. Este é o momento de acudir"

O candidato à presidência da República António José Seguro defendeu que vai haver um momento para avaliar a maneira como o Governo e as autoridades reagiram às tempestades que têm assolado Portugal. No entanto, considerou que «este é o momento de acudir às pessoas que não têm telhados [e] aos empresários que não têm equipamentos para poder trabalhar».

Gonçalo Matias anuncia teste da Carteira Digital da Empresa para janeiro de 2026
Negócios

Carteira Digital chega às empresas a 26 de janeiro

Os empresários vão deixar os papéis de lado e podem adotar a Carteira Digital antes do fim do mês. Modelo de testes está a decorrer, mas Governo entende que está na altura de disponibilizar a solução a nível nacional. Portugal é o primeiro país a adotar obrigação europeia.

Fisco pretende cobrar milhões a estrelas do futebol
Diogo Barreto

Fisco quer cobrar milhões a estrelas do futebol

Jogadores e empresários têm sido chamados a prestar declarações no processo "Fora de Jogo", que envolve várias transferências, como a de Bernardo Silva, Danilo Pereira ou Bruno Fernandes.

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Droga aumenta assaltos na Baixa de Lisboa. Veja o Repórter SÁBADO na íntegra

O tráfico e o consumo de droga a céu aberto na Baixa de Lisboa afetam diretamente os comerciantes e os morados que se sentem cada vez mais inseguros. Os assaltos e os furtos nas lojas são diários e os produtos logo depois vendidos nas principais praças da cidade. A maioria dos empresários é obrigada a pagar do próprio bolso para garantir o mínimo de segurança nos seus espaços. O dinheiro dos roubos serve quase sempre para satisfazer o vício da droga e alimentar a rede de tráfico que opera de forma impune a partir da Mouraria.

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