Irão acusa EUA de pôr em perigo navegação no Estreito de Ormuz
Presidente do Parlamento iraniano afirmou que Washington não poderá aguentar a situação durante muito tempo, ao contrário do Irão.
Presidente do Parlamento iraniano afirmou que Washington não poderá aguentar a situação durante muito tempo, ao contrário do Irão.
O chefe da diplomacia iraniana alertou ainda os EUA e os Emirados Árabes Unidos (EAU) para que desconfiem daqueles que os querem "arrastar de volta para o lamaçal".
O campo petrolífero de Fujairah foi atingido por um drone iraniano, no primeiro dia de uma operação norte-americana destinada a restabelecer o tráfego no estreito de Ormuz.
O Irão denunciou a participação dos Emirados Árabes Unidos "na agressão dos Estados Unidos ao Irão" nas últimas semanas, acusando o país do Golfo de contribuir para a insegurança na região.
Incidente ocorreu na noite de domingo e para já não há feridos a registar. Autoridades estão a investigar o episódio.
O aumento do custo de vida e o receio dos conflitos armados e de ataques terroristas não anula os planos de férias. As famílias até dizem contar gastar mais em viagens.
A Rússia quase duplicou em março as receitas provenientes da exportação de petróleo face ao mês anterior, devido à valorização do crude provocada pelo bloqueio iraniano do estreito de Ormuz.
Demonstrando a continuidade do grupo após o abalo provocado pela saída dos Emirados Árabes Unidos.
Agostinho Pereira de Miranda partilha com a SÁBADO que se trata de uma "decisão histórica" e que este é mais um momento de distanciamento entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, principal produtor da OPEP.
Os Emirados Árabes Unidos (EAU) decidiram abandonar o cartel de países produtores de petróleo com efeitos já a 1 de maio.
O chefe de Estado norte-americano indicou que, embora os canais de comunicação com Teerão permaneçam abertos através de aliados como o Paquistão, não sente urgência em sentar-se à mesa das negociações de imediato.
Um porta-voz falou do "forte descontentamento" com a decisão e acusou Bruxelas de "ignorar as repetidas queixas e a oposição" do país.
Devido ao bloqueio do estreito, parte do petróleo do Golfo Pérsico está a ser transportado através de oleodutos existentes, mas estes são insuficientes.
Ataques atingiram aeroportos, radares e sistemas de navegação.
Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes tem recebido muitos pedidos de socorro.
Segundo dados da empresa Kpler.