Universidade Nova de Lisboa vai repetir a eleição para reitor
Após o tribunal mandar repetir o processo que há seis meses elegeu Paulo Pereira para o cargo.
Após o tribunal mandar repetir o processo que há seis meses elegeu Paulo Pereira para o cargo.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Em causa está a candidatura do professor Pedro Maló, que foi excluída porque os regulamentos da NOVA preveem que apenas possam candidatar-se "professores catedráticos e investigadores coordenadores com experiência relevante de gestão".
Magyar disse temer que os seus adversários políticos façam circular uma versão do vídeo alterada e nega ter tido relações homossexuais (lembremo-nos de que é um conservador, pai de três rapazes menores) e ter consumido drogas.
Eleição foi adida uma semana devido aos efeitos do mau tempo.
Celso Filipe, diretor adjunto do Jornal de Negócios, analisa os resultados da segunda volta das presidenciais, destacando a eleição de António José Seguro, a votação de André Ventura e os recados deixados pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.
"Haverá pessoas que não conseguiram votar pelas circunstâncias conhecidas, vão votar de hoje a oito dias. A democracia é exatamente isto, é a vontade de votar nas circunstâncias que se podem votar. André Ventura percebeu isso, (...) percebeu que tinha perdido esta eleição", diz Raul Vaz, analista político, no NOW.
O candidato a Belém considerou que “compete agora às autoridades avaliar as condições da realização em cada concelho desta eleição”.
"Nós vamos ter uma eleição em que de um lado vai estar André Ventura e, portanto, uma força política responsável, que defenda a democracia, que se empenha no robustecimento do estado social, na igualdade e na autonomia das pessoas, evidentemente que tem de mobilizar todos os votos contra Ventura e é o que o Bloco de Esquerda fará", garante o coordenador do partido, José Manuel Pureza.
Leonor Beleza afirma que exercerá a sua liberdade no próximo dia 8, assim como hoje, ao dizer publicamente como tenciona participar na eleição.
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
Mesmo que objetivo não seja Belém, esta eleição pode ajudar o Chega a deixar de ser "partido de um homem só", segundo refere o politólogo José Adelino Maltez.
Miranda Sarmento considera que, ainda assim, há que ter "alguma esperança".
Ministro das Finanças assegura que falou com todos os colegas - com exceção daqueles que têm candidatos - para influenciar a decisão do Eurogrupo.
A jornalista Judite Sousa afirmou no NOW que não vê com surpresa o avanço de Seguro na corrida a Belém. "A segunda mensagem que lhe pode, eventualmente, garantir a eleição presidencial daqui a três semanas, é quando ele diz que é necessário reequilibrar o sistema", disse, acrescentando: "o que ele quer dizer é que temos um Governo de centro-direita, liderado por Luís Montenegro, e precisamos de ter na Presidência da República, depois de dez anos de Cavaquismo e de dez anos de Marcelismo, um candidato de centro-esquerda". Já o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, afirma: "Esta é uma vitória, para já, inteiramente de António José Seguro, porque decidiu avançar sozinho".
Presidente do CDS-PP disse que "os portugueses devem escolher quem melhor está à altura do desempenho dessas funções".