Professores da NOVA apelam à "participação responsável" na eleição do reitor
A eleição do reitor da NOVA foi remarcada para quinta-feira, depois de ter sido adiada na semana passada por falta de quórum necessário no Conselho Geral.
A eleição do reitor da NOVA foi remarcada para quinta-feira, depois de ter sido adiada na semana passada por falta de quórum necessário no Conselho Geral.
A eleição não se realizou por "falta de quórum" do Conselho Geral da universidade, o órgão que elege o reitor, revelou à Lusa a instituição.
A providência cautelar na origem da decisão de suspender o ato eleitoral foi apresentada por quatro professores catedráticos.
Antigo secretário de Estado alcançou um resultado inferior a dois terços-
O país vai a votos numa eleição crucial que pode redefinir a sua posição na Europa e colocar fim aos 16 anos de poder de Viktor Orbán. O jornalista da AP explica as legislativas na Hungria.
Segundo Hugo Soares, estiveram em cima da mesa "56 nomes" propostos por partidos como o Livre e a Iniciativa Liberal. Ainda está a ser negociado um quarto nome, caso o presidente José João Abrantes abandone o cargo.
Hugo Soares não avançou, contudo, com nomes.
O Grupo Parlamentar do Partido Socialista anunciou que “chegou, com o Grupo Parlamentar do PPD/PSD (GPPSD), a um entendimento político global quanto à composição das listas dos órgãos externos a eleger pela Assembleia da República”.
Um professor gastou 5 mil euros do seu bolso para provar que a universidade estava a barrá-lo injustamente de candidatar-se a reitor da UNL. A sua vitória em tribunal mergulhou a Nova num imbróglio jurídico, que cai em cima de guerras internas. Repetição da eleição do reitor arrisca esbarrar de novo numa batalha jurídica.
A apresentação de listas terá de ser feita até 2 de abril.
O Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa termina o mandato este mês, mas considera ter condições para eleger o reitor a 24 de abril. A Nova SBE, uma das escolas da UNL, “acompanha com preocupação crescente a legitimidade democrática do processo” e diz estar a “avaliar todos os mecanismos” para garanti-la. Imbróglio jurídico cai sobre o pano de fundo de conflitos internos.
Após o tribunal mandar repetir o processo que há seis meses elegeu Paulo Pereira para o cargo.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Em causa está a candidatura do professor Pedro Maló, que foi excluída porque os regulamentos da NOVA preveem que apenas possam candidatar-se "professores catedráticos e investigadores coordenadores com experiência relevante de gestão".
Magyar disse temer que os seus adversários políticos façam circular uma versão do vídeo alterada e nega ter tido relações homossexuais (lembremo-nos de que é um conservador, pai de três rapazes menores) e ter consumido drogas.
Eleição foi adida uma semana devido aos efeitos do mau tempo.