A armadilha da universidade para todos
Baixar padrões para aumentar taxas de aprovação pode parecer inclusivo, mas é frequentemente uma forma disfarçada de abandono.
Baixar padrões para aumentar taxas de aprovação pode parecer inclusivo, mas é frequentemente uma forma disfarçada de abandono.
Segundo dados do portal Infocursos, que revela ainda mais desistências no ensino privado.
Metsola apelou aos jovens para que assumam um papel ativo na construção do futuro, defendendo a democracia, a liberdade, a participação cívica e os valores europeus.
A experiência da Ordem dos Psicólogos (OPP) mostra que a nova lei veio sobretudo criar mais camadas burocráticas, novas regulamentações e, na prática, introduzir complexidade e entropia. Isso está cada vez mais evidente em várias esferas, incluindo no que se passa ao nível do tal acesso que era preciso melhorar.
No início de carreira, ter uma licenciatura garante mais 28% por cento de salário do que ter o secundário. O mestrado garante mais 49%.
Durante anos, as universidades venderam a ideia de que a formação em informática era quase uma apólice contra o desemprego e muitas famílias acreditaram nisso. Mas quando uma área cresce demasiado depressa, aquilo que antes distinguia passa a ser comum.
Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego cria medidas para atrair e fixar jovens qualificados e para apoiar residentes.
Há cada vez mais diplomados a regressar ao Politécnico de Setúbal. Entre licenciaturas, mestrados e pós-graduações, os profissionais ali formados destacam a proximidade, a ligação ao mercado de trabalho e uma formação prática que faz a diferença.
O ensino superior não pode ser apenas um negócio global de exportação de diplomas. Se o for, corre o risco de perder a sua missão fundamental: formar cidadãos qualificados, críticos e capazes de contribuir para o desenvolvimento sustentável das sociedades.
De acordo com o estudo "Quebra de Ingressos no Acesso ao Ensino Superior em 2025/26. Diagnóstico, Evidência e Análise".
Além dos custos da habitação e condições socioecoómicas, a distância é também um factor que pode ditar exclusão dos mais pobres.
Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Segundo Relatório Estado da Educação 2024 do Conselho Nacional de Educação.
Os deputados socialistas confrontaram Joaquim Miranda Sarmento com o atraso no pagamento do prémio e insistiram que a medida é legalmente cumulável com o IRS Jovem.
Aposta da FEP mostra que ciência, prática e tecnologia podem convergir para criar líderes mais preparados, estratégicos e resilientes.
O prémio salarial de valorização das qualificações corresponde à devolução das propinas e destina-se a jovens até 35 anos que residam e trabalhem em Portugal.