Trump e avalanche mediática geram exaustão na Gronelândia: "Só queremos ser deixados em paz"
Presidente dos EUA tem afirmado a intenção de controlar a ilha, território autónomo da Dinamarca com cerca de 57 mil habitantes.
Presidente dos EUA tem afirmado a intenção de controlar a ilha, território autónomo da Dinamarca com cerca de 57 mil habitantes.
Hjulmand chorava quando perdia, só cresceu aos 16 anos e saía à noite com os amigos. Froholdt quebrava recordes nos testes físicos e era introvertido. Oriundos dos arredores de Copenhaga e formados no mesmo clube, os dois médios estão a arrasar no futebol português.
Nunca se ouviu falar tanto da Gronelândia como agora, mas os primeiros registos de habitantes da “terra verde" remetem à pré-história.
Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira um princípio de acordo sobre o território. Declarações são prestadas numa altura em que a Dinamarca avisa que o secretário-geral da NATO não tem mandato para negociar essa questão.
"Não é provável que haja um conflito militar", diz o primeiro-ministro da Gronelândia, mas a população tem de estar pronta para tudo, numa altura em que as tensões entre EUA e Europa se adensam. Governo da ilha cria "task force" e pede a cidadãos para criarem reservas de comida.
Os dois grupos aterraram na segunda-feira à noite em Kangerlussuaq (oeste) e na capital, Nuuk, segundo as cadeias de televisão TV2 e DR.
Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.
Na véspera de se encontrar em Bruxelas com representantes da ilha do Ártico e da Dinamarca.
Manifestantes juntaram-se em na capital dinamarquesa para criticar a intenção dos EUA de assumir controlo da Gronelândia, apelando ao respeito pela soberania do território.
Exercícios estão relacionados com a ameaça da Rússia.
Presidente dos EUA voltou a indicar que o controlo da ilha dinamarquesa é necessário por motivos de "segurança nacional".
França, Alemanha, Noruega e Suécia também já anunciaram que militares seus também vão participar numa missão militar europeia no território.
A Europa fará de Delcy Rodrigues, orgulho engolido, a convidar os EUA para uma “agenda de cooperação”. Somos todos Delcy. Uma Delcy democrática, é certo, mas muito Delcy na postura.
Considerou que as ameaças são um desafio à capacidade de atuação da UE que não está, depois de décadas de desinvestimento, preparada para ombrear militarmente com os EUA.
O Império Russo, França, México ou mesmo a Dinamarca, venderam, no passado, territórios aos Estados Unidos.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar este território autónomo à Dinamarca, membro da NATO.