Parlamento constitui-se assistente no processo sobre alegado assalto ao gabinete de Ventura
Advogado em regime “pro bono” é José António Barreiros.
Advogado em regime “pro bono” é José António Barreiros.
O deputado Paulo Seco alterou a rotina na noite do alegado assalto ao gabinete de André Ventura e os inspetores querem saber porquê. A investigação arrisca-se a cair num impasse. O tema continua a ser tabu no partido.
André Ventura, Francisco Gomes e Paulo Seco vão testemunhar por escrito no processo sobre a alegada invasão ao gabinete parlamentar do líder do Chega.
O procurador-geral da República confirmou as investigações ao ministro da Administração Interna.
Em entrevista à SÁBADO, denunciante do caso Rui Cristina faz uma retrospetiva do inquérito e do mandato em Albufeira até hoje.
Acusação do DIAP de Évora diz que autarca do Chega em Albufeira “estava ciente que, com tais expressões e afirmações, também estava a estimular um sentimento odioso e de aversão”.
Na terça-feira de manhã, o presidente do Chega divulgou um vídeo nas redes sociais alegando que o seu gabinete na AR teria sido invadido e remexido. Segundo Ventura, o gabinete não estaria fechado à chave.
As declarações de Carneiro surgem na sequência da operação 'Imergente' que investiga a adjudicação de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia.
Em causa estão buscas relacionadas com o acidente do elevador da Glória.
Empresa de Duarte Moral, ex-assessor de António Costa, recebeu em 2025 adjudicação da junta da Misericórdia (PS) e teve como concorrência a empresa da mulher.
O PS sublinha que o partido "não é visado pela investigação" da Polícia Judiciária.
Líder do Chega sai em defesa do 'seu' autarca.
As iluminações de Natal de Lisboa de 2025 foram inauguradas no dia 22 de novembro no Terreiro do Paço e ficaram ligadas até 06 de janeiro.
Buscas efetuadas esta terça-feira pela PJ visam várias autarquias e uma empresa, a Castros. Em 2023, SÁBADO contou a história de uma adjudicação insólita na Trofa. O presidente de câmara é hoje eurodeputado pela AD.
Autarquias de Lisboa, Tavira, Lamego e Maia entre os alvos.
Oito associações ciganas anunciaram que iriam apresentar queixa no MP contra os cartazes, ponderando então também avançar com uma providência cautelar.