Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
Legislação implicará penas mais duras para motins nas prisões, ocupações de casas e ações de desobediência civil, como o bloqueio de estradas.
Thomas Haulotte, jornalista independente que estava a fazer uma reportagem sobre uma ação de desobediência civil, passou essa noite em uma esquadra da polícia, juntamente com ativistas.
Oliveira, que editou com a Antígona obras de pendor progressista e anti-capitalista por quase meio século, tinha 85 anos.
Sempre foi casa de imigrantes. Entre operários e varinas, ali conviviam prostitutas e criminosos. Renovou-se a partir de 2011 e hoje a maioria dos habitantes são bengalis.
Os profissionais de saúde alertam para o facto de que as alterações à Lei de Bases da Saúde poderem vir a colocar em risco a saúde pública de toda a comunidade.
Para os subscritores, a alteração é discriminatória e "agravará desigualdades, sobrecarregará os serviços de urgência e comprometerá a saúde pública, ao dificultar o acesso a cuidados de saúde em segurança e à prevenção e tratamento de doenças transmissíveis".
Médicos, professores e ativistas pelos direitos humanos têm questionado as questões éticas referentes à medida e alertam para o aumento da "discriminação, sofrimento e medo” entre migrantes.
Grupo critica desigualdades no combate à crise climática e pinta fachada de casa de luxo de vermelho e preto.
Cinco pessoas foram condenadas a 4 e 5 anos de prisão por "conspiração para causar distúrbios públicos". São superiores à média das penas de prisão aplicadas a crimes de furto, crimes violentos ou crimes relacionados com drogas.
Este tipo de ações não violentas têm sido alvo de divergências e controvérsia no debate público. Independentemente de se concordar ou não com a operacionalização e comunicação das mesmas, é indubitável que as penas aplicadas a estes protestos não violentos são manifestamente desproporcionais.
A capacidade mobilizadora e o poder transformador dos coletivos de resistência climática são hoje inegáveis. Sentados no alcatrão, estes ativistas estão a fazer história.
"As manifestações de hoje protegem os direitos de amanhã", frisa Inês Subtil, coordenadora de investigação da Amnistia Internacional Portugal.
A liberdade política exige de todos nós a aceitação, por um lado, da legítima diferença de opiniões e, por outro, da persuasão discursiva como meio predominante de ação política.
O julgamento dos ativistas do Climáximo pelo crime de desobediência à autoridade policial tem sido alvo de sucessivos adiamentos desde finais de abril, altura em se realizou a audiência inicial. O julgamento deverá ser retomado em 3 de junho, pelas 14h.