Imagens aéreas mostram consequências após deslizamentos de terras no sul da China
Várias regiões do sul da China estão a ser afetadas por chuvas intensas que provocaram vários deslizamentos de terra e cheias. O risco de novos deslizamentos continua.
Várias regiões do sul da China estão a ser afetadas por chuvas intensas que provocaram vários deslizamentos de terra e cheias. O risco de novos deslizamentos continua.
Fortes chuvas atingiram várias províncias do sul da China, provocando inundações, deslizamentos de terra e operações de evacuação em massa. As autoridades alertam para o risco de novas cheias e interrupções nos transportes e fornecimento de energia.
Ontem foi o PRR. Hoje é o PTRR. Amanhã talvez venha o PRRRR, porque em Portugal a criatividade institucional mede-se pelo número de letras repetidas numa sigla.
A chuva forte atingiu, esta semana, as regiões da Calábria e da Sicília, no sul de Itália, causando deslizamentos de terra e cheias. As autoridades estiveram no terreno a lidar com danos em habitações, estradas e viaturas.
As águas do rio Apurímac transbordaram e inundaram várias ruas de uma cidade no sul do Peru, arrastando lama e detritos e obrigando moradores a abandonar as suas casas enquanto equipas de emergência avaliam os danos. Chuvas intensas têm provocado cheias e deslizamentos em várias regiões do país.
Segundo a fonte da Câmara de Almada, 23 dos 30 moradores foram acolhidos pela autarquia, enquanto os restantes sete encontraram outras soluções de alojamento.
Cada incêndio, cada cheia, cada tempestade extrema funciona como um espelho do nosso modelo de Estado e da forma como concretizamos o ideal de um verdadeiro Estado socioambiental de direito que a doutrina vem defendendo.
Autoridades mantêm vigilância nos rios Mondego, Tejo, Sorraia, Sado, Minho, Coura, Lima, Cávado, Ave, Douro, Tâmega, Sousa, Vouga, Águeda, Lis, Nabão e Guadiana, estando o Plano Especial de Emergência para Cheias da Bacia do Tejo ativado e a um nível vermelho.
Na zona de Porto Brandão, Azinhaga dos Formozinhos e as arribas e pontões da Costa de Caparica.
Caudal do Rio Sado baixou em Alcácer do Sal e a marginal deixou de estar inundada, mas a Avenida dos Aviadores continua 'debaixo de água'.
O trânsito na Autoestrada 5 (A5) esteve cortado no sentido Lisboa-Cascais depois de um deslizamento de terras devido ao mau tempo ter obstruído duas faixas de rodagem cerca das 19h20 de quarta-feira.
Governo mobilizou meios que não podem atuar na remoção ou limpeza do deslizamento de terras causado pela tempestade na Costa da Caparica.
Ocorrências registaram-se na Área Metropolitana do Porto, Coimbra e Aveiro. Não há vítimas mortais a registar.
Autarquia de Coimbra já está a evacuar algumas zonas - podendo afetar cerca de três mil pessoas. Esta quarta-feira também algumas escolas estarão encerradas.
Maria da Graça Carvalho explicou que o levantamento dos prejuízos “ainda não está concluído”, devido à persistência de chuva intensa em várias zonas do país.
De acordo com comandante nacional, a noite passada "foi tranquila", traduzindo "um cenário de estabilidade".