Os descendentes de D. Pedro II, as damas de ferro da Europa e o turismo de saúde
A newsletter de quarta-feira.
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Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.
As guerras no ramo brasileiro da casa real portuguesa. E ainda: pessoas que doam o corpo à ciência; o turismo de saúde em Portugal.
D. Pedro de Alcântara apaixonou-se por Elisabeth Dobrzensky von Dobrzenicz e teve de abdicar dos direitos dinásticos para se casar – a noiva não pertencia a uma casa reinante. A avó de D. Duarte morreu em Sintra
"Tem de haver uma decisão de arquivar ou acusar e é isso que me parece prioritário", disse a governante, sem referir a operação Influencer.
Este foi o cenário encontrado pela Lusa durante uma ronda feita por escolas de Lisboa e com base em declarações de encarregados de educação.
O Portugal do poder, que sempre odiou o hacker e denunciante, abandona-o no momento mais precário.
O concelho de Lisboa tinha cerca de 500 alunos sem escola no dia em que as aulas arrancaram. Situação foi resolvida em cima da hora.
A Spinumviva afundou sem Montenegro e a ministra da Justiça tem participações em 10 empresas. Outros governantes cederam quotas.
Num mundo que se encaminha para bebidas mais leves e menos alcoólicas, o parente pobre do vinho promete ressurgir: eis a era da sangria, uma receita ibérica que combina com verão.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
Durante décadas foi o cenário das grandes festas da corte portuguesa. Hoje, o Palácio Nacional e Jardins de Queluz continua a receber concertos, espetáculos, visitas, jardins premiados e uma das mais singulares tradições nacionais. Muito mais do que um palácio preservado, é um lugar que continua vivo.
Em 2006, o músico sentou-se com a SÁBADO para recordar memórias, a infância, os Trovante e um País em que “as pessoas viviam a dois tempos”. Recuperamos a entrevista.
Projeto passou por escolas de Vila Nova de Gaia e Lisboa e deu voz a atletas, especialistas e jovens para promover uma relação mais positiva com o corpo e com o desporto.
Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.
Com Portugal sob situação de alerta devido às temperaturas elevadas, vários municípios avançaram com medidas especiais para proteger os residentes.