O país com a lei em suspenso
A Guiné-Bissau está refém de uma Junta militar que está prestes a alterar a Constituição. O golpe de Estado terá sido encenação para reforçar os poderes de Umaro Sissoco Embaló.
A Guiné-Bissau está refém de uma Junta militar que está prestes a alterar a Constituição. O golpe de Estado terá sido encenação para reforçar os poderes de Umaro Sissoco Embaló.
Esta posição foi assumida na intervenção de abertura do debate desta manhã em plenário, agendado pelo PCP, sobre soberania nacional e defesa da paz.
Na seleção das obras a incluir nos documentos orientadores serão considerados os autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), "um passo importante para o reconhecimento pleno da riqueza da nossa língua comum".
Na opinião do deputado Fabian Figueiredo, algumas das alterações propostas pela AD continuam a ser inconstitucionais e, caso tal se verifique, o Presidente da República deve enviar o decreto para o TC, como estipula a lei.
No discurso de encerramento do 25.º Congresso Nacional do PS, em Viseu.
Apenas três países votaram contra este reconhecimento: Estados Unidos, Israel e Argentina. Portugal absteve-se.
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
Ao contrário de Marine Le Pen, que assume uma postura cada vez mais gaulista, em coerência com a transformação da “Front Nacional” (Frente Nacional) herdada de seu pai em “Rassemblement Nacional”, Ventura continua a não criticar Trump.
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado militar de 26 de novembro foram libertados na terça-feira. ONU diz que "é preciso fazer mais".
Em causa está o golpe de estado ocorrido a 26 de novembro de 2025.
Ao contrastarmos o modelo português com os gigantes da inteligência europeia emerge uma assimetria profunda.
À margem de uma reunião ministerial no quartel-general da NATO, em Bruxelas, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal lamentou que o golpe de Estado.
A opinião de Leonor Caldeira em podcast.
O espaço lusófono não se pode resignar a ver uma das suas democracias ser corroída perante a total desatenção da opinião pública e inação da classe política.
Uma das ideias centrais é dotar Portugal de uma “visão” de futuro e de “agilidade” para fazer face a um mundo em constante mudança e aceleração.