Agentes ouvidos em julgamento por morte de Odair Moniz têm versões diferentes sobre a faca
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
Odair Moniz morreu no dia 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, depois de ter sido baleado pela polícia. Julgamento do agente da PSP arrancou esta quarta-feira.
Odair Moniz morreu no dia 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, depois de ter sido baleado pela polícia. Julgamento arrancou esta quarta-feira.
Além de eventuais declarações do arguido, de 28 anos, está agendado para hoje o depoimento de cinco testemunhas.
O julgamento arranca amanhã no Tribunal de Sintra.
Dois polícias foram acusados de falsidade de testemunho. Procuradora confirma suspeitas sobre o punhal encontrado na cena do crime e auto de notícia da PSP, mas disse não ter recolhido indícios suficientes para acusar.
Novas escutas do caso Tutti Frutti revelam os bastidores da candidatura de 2017 à câmara de Loures e as surpreendentes premonições políticas daqueles que viriam a ser arguidos no processo
Os agentes foram constituídos arguidos por falso testemunho sobre a faca que apareceu no local e usada como "justificação para recorrer à arma de fogo".
Julgamento acontece no próximo dia 22 de outubro. Em causa estavam motivos de saúde do advogado.
Serão desenvolvidas medidas estruturadas em três eixos: a coordenação da rede externa, a modernização do seu funcionamento e o investimento na sua consolidação e expansão.
Portugal perdeu uma posição na classificação na categoria de Estado de Direito, descendo para 33.º em 173 países, ficando atrás da Lituânia e Israel.
Questionada sobre os motivos que levaram ao pedido de libertação pelo MP, a PGR adiantou que o inquérito se encontra em investigação, "sujeito a segredo de justiça".
Anteriormente já havia sido "determinada a suspensão preventiva do agente", suspeito do homicídio de Odair Moniz.
Há equipas de rua com técnicos que foram consumidores e que dão o exemplo de como é possível mudar de vida. A SÁBADO acompanhou a noite de um deles.
O que aconteceu no “golpe” do 11 de Março, como foram feitas as nacionalizações e o que aconteceu na Reforma Agrária (aqui com base no trabalho do fotógrafo alemão Frieder Bauer, que em 1975 andou por Baleizão). E ainda: os insultos do Chega; adultos que estão a aprender a ler e a escrever; ex-toxicodependentes que ajudam sem-abrigo.
O agente da PSP foi ouvido hoje no Tribunal da Amadora e não quis prestar declarações. A próxima fase deste processo é o julgamento.