Gavin Newsom, o democrata que quer fazer frente a Trump
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Triunfo esmagador na segunda volta das Presidenciais mereceu destaque lá fora.
O próximo Presidente da República deverá ser António José Seguro. A rejeição de André Ventura baixou consideravelmente nos últimos dois anos, mas ainda se situa acima dos 60%. O caminho de Seguro para Belém está, por isso, aberto. Ventura pode surpreender e atingir, a 8 de fevereiro, um valor na casa dos 40%. Se assim for, a segunda volta revelará dois vencedores: Seguro ganha a Presidência, o líder do Chega obtém patamar eleitoral que o pode colocar acima de Luís Montenegro. Ainda não é a rutura, mas já será um grande abalo para o regime.
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
O líder do Chega quer alargar base à direita com radicalismo – e ainda sem plano para cenário de vitória.
Longe vai o tempo em que Trump lhe chamava “Little Marco”, para o humilhar. Hoje é o seu homem para a nova Doutrina Monroe. Rubio ultrapassou J. D. Vance, tem mais poder, uma vendetta contra o socialismo e um plano para subjugar a América Latina aos interesses dos EUA.
O líder do Chega passou à segunda volta na corrida presidencial. O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
"O doutor André Aventura nunca foi sequer ao serviço militar obrigatório", criticou o almirante.
Há milhões de dólares apostados nas presidenciais portuguesas. As plataformas como a Polymarket vendem-se de forma virtuosa, mas vêm com riscos evidentes
Segundo o candidato nos últimos dias o concorrente na corrida presidencial André Ventura “moderou o discurso e parece um político diferente”.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP procurou demarcar-se dos seus adversários que disse andarem "em guerra uns com os outros em casos e casinhos".
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Uma saga familiar, a corrida presidencial, as mudanças na noite lisboeta e ainda receitas para o Natal
Torres Couto, João Proença, Carlos Silva e Mário Mourão apoiam o candidato.
O braço-direito de Donald Trump para a Saúde foi alvo de críticas de uma sobrinha vítima de leucemia. Isto após cortar 500 milhões no combate ao cancro.
Vantagem para Henrique Gouveia de Melo é, no entanto, muito curta.