Sábado – Pense por si

Kiev continua sob ataque e em alerta esta manhã

Kiev continua sob ataque e em alerta esta manhã

Em direto da capital ucraniana para o NOW, o jornalista André Luís Alves fez o balanço dos mais recentes bombardeamentos russos contra a cidade, destacando a destruição de uma escola onde "não há pedra sobre pedra". Afirma que este foi um "ataque maciço com mísseis balísticos" e hipersónicos Kinzhal, ressalvando que se insere numa investida do Kremlin promovida desde o início do verão contra alvos civis e militares. André Luís Alves fala ainda sobre a escassez de recursos defensivos na Ucrânia, assinalando que, no apoio militar e na disponibilização de mísseis Patriot, "os Estados Unidos roeram a corda".

Domingos Vieira de Matos fez uma das maiores doações de sempre ao Serviço Nacional de Saúde
Secundino Cunha

Domingos Vieira de Matos: das revistas do Tio Patinhas ao império dos media

Foi sempre discreto e focado nos negócios - que vão dos media, aos hambúrgueres, passando pela procriação medicamente assistida - mas, nos últimos meses, o empresário que em miúdo alugava revistas do Tio Patinhas aos colegas saltou para a ribalta graças a uma vertente desconhecida: uma das maiores doações privadas de sempre ao Serviço Nacional de Saúde

O instrutor Rubim Fonseca com o kit de sobrevivência, onde não falta o rádio a energia solar
Raquel Lito

Já aprendi a sobreviver às catástrofes

Há um novo guia e fomos saber as regras: alimento, fogo, abrigo e água são vitais, mas não é fácil chegar a eles. Cozinhar carne e conservá-la em frascos, fazer faísca com uma pedra de magnésio, ou converter um saco de lixo numa gabardina requerem perícia e técnica. Estou a léguas do MacGyver. Veja o vídeo.

Por nossas mãos

Os custos da falta de palavra

Se pensarmos bem, na política como na vida, a arte está no difícil equilíbrio não só entre interesses conflituantes, como entre os anjos e demónios que habitam dentro de nós – a verdade e a moderação, a coragem e a prudência, a inteligência e a humildade.

Por nossas mãos

Regionalizar para quê?

É preciso dar confiança aos cidadãos de que a criação das regiões administrativas não serve para criar mais lugares para os políticos, mas para verdadeiramente melhorar as suas vidas, através de políticas públicas mais eficientes e que respondam mais rapidamente às necessidades que sentem em cada local. Há 10 anos, ninguém acreditava que uma tão vasta descentralização de competências para os municípios poderia funcionar.

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