Buscas na PJ no âmbito da denúncia contra o diretor Carlos Cabreiro
Em causa estarão as escutas ilegais no caso de Rui Pinto.
Em causa estarão as escutas ilegais no caso de Rui Pinto.
"Criou-se um perfil deste sujeito como um pedófilo, um abusador, e, apesar de não ser flor que se cheire, quer se dizer que porque ele é estas coisas e viveu ali perto está relacionado. Não, não há nada que o relacione, nem as antenas de telemóveis", revelou Gonçalo Amaral no NOW.
Fernando Valente terá planeado crime perfeito, mas não contou com a pegada digital nem com um inspetor da Polícia Judiciária muito “picuinhas”. Julgamento arranca em Aveiro.
Há redes nacionais e internacionais de crime organizado que criam mensagens de telemóvel, emails e perfis falsos nas redes sociais com o intuito de enganá-lo e fazê-lo divulgar os seus dados pessoais, códigos bancários ou fazer pagamentos e investimentos em produtos inexistentes. Deixar o mundo digital não é opção, mas há formas de reconhecer o perigo e reduzir o risco de cair num engodo. A SÁBADO conta-lhe a história de seis vítimas e os conselhos de seis especialistas em cibersegurança.
A PSP vigiou e o Tribunal da Relação condenou jornalistas por violação do segredo de justiça nos casos E-toupeira e Lex. O Supremo absolveu-os.
Menino encontra-se hospitalizado mas fora de perigo. Detido tem antecedentes policiais por crimes contra a propriedade.
PJ e SEF detiveram 19 pessoas numa operação contra a imigração ilegal em Lisboa. Autarquias devem alertar autoridades perante pedidos excessivos de documentação.
Uma denúncia anónima em 2015 levou meses a ser analisada no Ministério Público, mas acabou por dar origem a um processo que ficou logo parado largos meses por falta de meios da PJ.
Inês está fortemente indiciada da prática do crime de homicídio qualificado por omissão.
A mãe da menina foi "ardilosamente enganada" e levada a entregar a filha por conta de uma dívida de 400 euros que tinha para com a suspeita.
Foi o FBI que alertou para a iminência de um atentado. "Tem meios mais sofisticados e muito mais pessoal dedicado" que Portugal, diz coordenador da PJ. Mas "também já ajudámos outros”, lembra o ex-inspetor Carlos Anjos.
O magistrado não pronunciou para julgamento os jornalistas da SÁBADO e da TVI, nem o inspetor da PJ.
O crime foi cometido quando a vítima circulava na estação de metro das Laranjeiras, tendo sido violentamente agredido através do uso de uma arma branca.
"Este crime ocorreu numa estação de metropolitano como poderia ter ocorrido na via pública", adiantou coordenador de Investigação Criminal da PJ.
Testemunho de diretora do DIAP que ordenou a investigação aos jornalistas da SÁBADO e da TVI por violação do segredo de justiça, admitiu no seu testemunho que também fala com elementos da classe.
Dispositivos, que eram alimentados por pilhas ou baterias, estavam dotados de um temporizador que permitia retardar a ignição durante horas ou dias.