Detenções nas fronteiras aéreas aumentam 34% e proibições de entrada duplicaram em 2025
PSP deteve 343 pessoas nas fronteiras áreas no ano passado, mais 86 do que em 2024.
PSP deteve 343 pessoas nas fronteiras áreas no ano passado, mais 86 do que em 2024.
Pinto Luz sublinhou que o Governo decidiu optar pela suspensão para evitar filas de espera de “cinco, seis ou sete horas, que destroem o capital que custou muito”.
Num debate de urgência pedido pelo PS sobre o "caos no aeroporto de Lisboa", o secretário de Estado sublinhou que o Governo está "ciente da gravidade das perturbações que ocorreram nos dias de maior número de passageiros".
Além desta medida para diminuir as filas, o Governo decidiu suspender o sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários durante três meses.
O responsável pela associação que representa os oficiais da GNR considerou que existe "quase como que uma tentativa" da GNR, que é de cariz militar, "colocar a polícia civil na ordem".
O candidato referiu que "este mecanismo é suspenso durante três meses para ser reavaliado", o que lhe parece "correto".
Em causa está a suspensão do sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Santos, imputou responsabilidades à ANA por não ter criado condições para um fluxo de passageiros que já sabia que iria existir.
Esta conta está errada logo desde o início. A estratégia da senhora Ministra de culpar as forças de segurança é errada e é muito grave !
Informação avançada pelo Ministério da Administração Interna.
PSP e Gnr contabilizaram 2.167 acidentes, com 630 feridos.
Os tempos de espera no aeroporto de Lisboa têm sido elevados, com filas a chegar às seis horas.
Em caus está a ausência de resposta do Governo em resolver os problemas dos polícias que estão nas fronteiras aéreas.
Objetivo é assegurarem o funcionamento regular do controlo de fronteiras e a segurança no período de maior afluência.
Com a extinção do SEF há dois anos algumas competências deste serviço de segurança, nomeadamente o controlo das fronteiras aéreas, passaram para a esfera da PSP.
A ANA garantiu que “tem colaborado com as autoridades responsáveis pelo controlo de fronteira e apoiado os passageiros”.