Está na altura do Estado tirar a mão do nosso bolso
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
Tribunal Central da Instrução Criminal de Lisboa confirmou a acusação do Ministério Público.
O Portugal do poder, que sempre odiou o hacker e denunciante, abandona-o no momento mais precário.
A informação divulgada no Portal do Governo.
O alerta surge num contexto de pressão sobre os orçamentos familiares, nomeadamente devido às despesas com habitação, automóvel e alimentação, reconhecendo a associação que, para muitas famílias, o rendimento adicional será absorvido pelos encargos correntes.
Perda de moradores levou a "declínio acentuado no número de alunos", diz à SÁBADO o diretor. Palacete "já não oferecia uma boa relação preço/qualidade para o contribuinte britânico". Venda do edifício por €15 milhões leva à saida do British Council deste local, 84 anos depois
A Autoridade Tributária e Aduaneira teve até 31 de julho para concluir o processo de liquidação do IRS de 2025.
O país não pode ficar satisfeito com debater se este é o momento para reformar o nosso sistema de pensões. Devemos mesmo debater quais os seus verdadeiros desafios e que soluções podem estar à altura.
O ministro-alvo eternizar-se-á enquanto alvo enquanto se eternizar como ministro. De arrasto, leva uma inspeção geral, coisa pouca, e criará novos problemas (no governo, na PJ, na IGSJ). Nessa altura, o problema não será um ministro. Será tudo o resto. Mas o caso é como uma nódoa de óleo: enquanto não se limpa, alastra.
Numa longa publicação nas redes sociais, Trump disse que já tinha alertado a UE para a sua prática de multar as empresas tecnológicas como a Google, a Apple, a Meta ou a Amazon.
A atriz norte-americana Kaylee Hottle morreu num acidente de carro. O condutor e outro passageiro sobreviveram à colisão.
Os deputados vão a banhos nas águas do Algarve e do Oeste, mas são mais criativos a decidir o destino dos seus opositores políticos: há cruzeiros para Cuba, retiros de silêncio, recomendações “graxistas” e até estadias espaciais.
A língua do poder local é um prodígio de canalização semântica. A água não falta: “o abastecimento encontra-se condicionado”. A rede não rebenta: “registou-se uma anomalia”. A gestão não falha: “foi activado um plano”.
A afirmação é dura, mas os factos sustentam-na. O AMALIA alucina. Inventa factos, referências, acontecimentos e explicações com a mesma fluência com que acerta. Reproduz enviesamentos, pode gerar conteúdos tóxicos ou discriminatórios e é vulnerável a manipulação através de instruções maliciosas.
A SÁBADO tem um número especial sobre o bicentenário da declaração de independência. Há festa e reflexão na América, há muito para ler nas páginas desta edição.
Do acerto final do imposto resulta uma de três situações: um contribuinte recebe um reembolso, entrega mais imposto ao Estado, ou nada tem a receber nem a entregar.