Sábado – Pense por si

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A entrega da primeira versão da Declaração de Independência ao Congresso, em 1776, retratada na pintura de John Trumbull
António Araújo

Por dentro do poder, um ensaio de António Araújo

Da Constituição mais antiga do mundo aos impasses atuais, dos históricos impeachments presidenciais à separações de poderes, uma leitura guiada pelas engrenagens institucionais que moldam o sistema político da maior potência global.

Portugal e a declaração de 1776

Porque é que volvidos 250 anos importa comemorar a declaração de independência de um punhado de colónias insignificantes e marginais no sistema das relações internacionais em vigor em 1776? Uma breve reflexão à volta do impacto que ela teve sobre o velho e extenso império ultramarino que Portugal era então ajudará a entender a relevância deste acontecimento e dos seus efeitos políticos.

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Quarto reservado a José Correia da Serra na residência de Thomas Jefferson, em Monticello, Virgínia

O amigo português do Presidente

Cientista e abade nascido em Serpa, amigo íntimo de Thomas Jefferson e seu hóspede privilegiado em Monticello, José Correia da Serra foi uma das figuras mais respeitadas nos EUA no início do século XX e o primeiro embaixador português em Washington.

Uma República sob ameaça

O “país excecional e indispensável” chega aos 250 anos com um Presidente que promoveu um ataque ao Capitólio. Não, não é um detalhe passageiro. Provavelmente, acabará mal.

Cuidados intensivos

Somos todos americanos

As democracias liberais em que vivemos são americanas na origem. O que hoje nos parece incontornável e banal - a separação de poderes, a protecção de direitos individuais contra o arbítrio do Estado, a liberdade de expressão, a legitimidade do poder assente no consentimento dos governados - foi forjado em 1776 e nos anos que se seguiram

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