PS assinala centenário de Almeida Santos e lembra "uma das figuras maiores da sua história"
Foi presidente do partido entre 1992 e 2011, e presidente honorário desde então e até à data da sua morte, em 18 de janeiro de 2016.
Foi presidente do partido entre 1992 e 2011, e presidente honorário desde então e até à data da sua morte, em 18 de janeiro de 2016.
Tenho a esperança de que um desses efeitos da esmagadora vitória do Presidente Eleito seja o de podermos voltar a debater, de uma forma racional e com razoabilidade, as soluções técnicas e políticas para os graves problemas do País que já existiam antes destas intempéries, mas que foram seriamente agravados com a eclosão das mesmas.
Deixava as equipas exasperadas com a lentidão de processos e a falta de paciência para jornalistas e estruturas de comando
O Índice de Perceção da Corrupção relativo a 2025, aponta uma descida de Portugal, que cai para a 46.ª posição no 'ranking', o pior registo de sempre do país.
A sua newsletter de terça-feira.
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
A depressão Kristin desabou sobre a ministra da Administração Interna. Acumulam-se críticas à gestão política da crise, à incapacidade de comunicação e à descoordenação da tutela - e uma remodelação pode estar a caminho.
O presidente eleito vai tomar posse exatamente quarenta anos depois de Mário Soares o ter feito após a vitória na segunda volta em 1986.
Em resposta ao repto lançado por André Ventura, de adiar por uma semana a segunda volta das eleições presidenciais em todo o país, o candidato apoiado pelo PS diz que "têm de ser as autoridades a decidir". "Sou um mero cidadão que se candidata a Presidente da República", refere.
O antigo líder parlamentar do CDS chegou a ser presidente do Conselho Nacional do partido. Tinha 88 anos.
O advogado critica o “silêncio e/ou inação” face aos anteriores requerimentos, apresentados em outubro e novembro do ano passado.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Candidato já tinha referido à SÁBADO que tinha um terreno e casas não incluídos na declaração inicial ao Constitucional. Divulgou-os agora no site.
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.
André Ventura insistiu, tal como no debate de quarta-feira, numa reflexão sobre a nomeação de vários altos cargos do Estado, nomeadamente a PGR.
O relatório sobre a admissibilidade da petição, da autoria da deputada socialista Isabel Moreira, teve os votos contra do Chega, a abstenção do CDS e foi aprovado pelo PSD, PS e Iniciativa Liberal.