Fim da manifestação de interesse fez aumentar casamentos de conveniência
A PJ registou no ano passado 177 novos processos pelo crime de casamento de conveniência, mais 65 do que em 2024.
A PJ registou no ano passado 177 novos processos pelo crime de casamento de conveniência, mais 65 do que em 2024.
A SÁBADO detetou milhares de contratos adjudicados a empresas que têm sócios em comum e que estão a operar no mercado militar como se fossem concorrentes. Marinha, Exército e GNR são os maiores clientes
Perante uma crise na maior economia do bloco europeu, o vice-chanceler alemão propõe uma lista de alterações ao mercado de trabalho. Mas a oposição promete oferecer resistência.
Acórdão do Tribunal Constitucional disse que lista de clientes da antiga empresa do primeiro-ministro deve ser pública. Mas lista pode demorar a ser tornada pública.
Álcool, drogas e navalhadas: a acusação do Ministério Público que visa um casal de Braga.
O perfil geral da vítima é mulher (75,5%), idade média de 37 anos, que procurou ajuda por crimes de violência doméstica (75,7%).
Autoridades supervisoras exigirão as informações quando as considerarem necessárias.
Em causa está o casamento de dois cidadãos polacos residentes na Alemanha que viram o pedido de reconhecimento da união celebrado na Polónia ser indeferido por falta de autorização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Presidente de freguesia do concelho de Cascais, que lidera executivo PSD/CDS, fez ajuste direto de 24 mil euros com sociedade de advogados da sua vogal secretária.
Aprovação contou com os votos do PSD, CDS, IL e Chega. O PS votou contra.
Proposta apresentada pelo PSD e CDS mantém o prazo de dois anos de residência válida para pedir o reagrupamento familiar.
Assembleia da República vai reapreciar na próxima terça-feira as novas propostas de alteração à lei de estrangeiros, depois de este diploma ter chumbado no Tribunal Constitucional.
André Ventura adiantou que o Chega insistirá também no reforço dos meios da nova Unidade de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF).
A 8 de agosto passado, o Tribunal Constitucional considerou inconstitucionais cinco normas do decreto do parlamento.
Não é possível afirmar-se defensor da família enquanto orgulhosamente se promovem medidas que visam a separação de maridos das suas mulheres e de pais e mães dos seus filhos.
Decisão parte do pedido de fiscalização preventiva, requerida pelo Presidente da República a 24 de julho.