Tudo o que os americanos detestam
De Gaulle era senhor de uma visão ampla, por muito equivocada que fosse, das grandes linhas de força da política internacional do seu tempo.
De Gaulle era senhor de uma visão ampla, por muito equivocada que fosse, das grandes linhas de força da política internacional do seu tempo.
Os portugueses demonstraram-se menos preocupados sobre uma eventual invasão russa do país (54%) e o desmembramento da UE ou da NATO (65% e 66%, respetivamente).
Luís Tomé foi o convidado do programa Guerra e Paz desta segunda-feira no NOW e afirmou que o Paquistão considerou que a Índia estava a "iniciar um ataque preemptivo" após a ofensiva contra 11 bases militares na sexta-feira.
O mais recente ataque à região de Caxemira nas Himalaias que matou 26 turistas desenterrou o conflito de longa data entre a Índia e o Paquistão.
A Pátria vai mais uma vez ao teste supremo da bola, e sairá em ombros se ganhar, e ficará vítima de traição, se perder. Se perder, a Pátria desaparecerá das preocupações dos portugueses que hoje não se mobilizam por “Portugal”, a não ser pelo futebol.
Lula tinha as posições pró-Rússia na questão da guerra da Ucrânia, já antes de ser eleito, mas isso não estava no centro da sua acção política.
Putin anunciou, no sábado, que a Rússia iria colocar armas nucleares táticas no território da Bielorrússia, país aliado e que tem servido de porta de entrada para a invasão russa na Ucrânia.
Depois da Rússia afirmar que a entrada da Ucrânia na NATO daria origem à III Guerra Mundial, veja o que é essencial saber sobre um possível conflito nuclear.
Entrámos numa nova fase da guerra contra a Ucrânia. Época esperançosa para alguns, ruinosa para outros, mas sobretudo preocupante para todos. Não é possível voltar atrás. Mas “ir para a frente” tem demasiados significados.
Responsável do ministério russo dos Negócios Estrangeiros apelou à moderação, na semana em que o ministro avisou o Ocidente sobre um conflito nuclear.
O ministro das Forças Armadas do Reino Unido, James Heappey, desvalorizou os comentários do ministério dos Negócios Estrangeiros russo sobre o uso de armas nucleares.
"Os riscos são consideravéis", alertou o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia.
O Sarmat foi testado com êxito na quarta-feira, depois de anos de problemas técnicos. Míssil intercontinental tem capacidade para lançar um ataque nuclear aos EUA.
Dias depois do início da guerra o presidente Vladimir Putin já teria anunciado que as forças nucleares da Rússia estavam a ser colocadas em alerta máximo. Agora, voltou a colocar a hipótese em cima da mesa.
Com o seu exército atolado na lama, e à procura de terrenos mais favoráveis no leste da Ucrânia, Putin tenta, mais uma vez, escalar através da ameaça nuclear. Esta retórica intimidatória e incoerente comprova que Putin não é nenhum Garry Kasparov da geostratégia.
Porta-voz do Kremlin deu uma entrevista à jornalista Christiane Amanpour em que não descarta o recurso a armas nucleares.