Sábado – Pense por si

Carlos Torres

Como proteger e tratar o coração

As doenças cardiovasculares ainda são das que mais matam, mas há cada vez mais soluções científicas para as tratar. Veja ainda os estranhos contratos que "implicam" Gouveia e Melo e a entrevista intimista a Carlos Carvalhal

A porta do Criosfera1 abre-se poucas vezes para receber visitas, por isso foi uma alegria acrescida para Heitor ver chegar Will Smith
Luísa Oliveira

Heitor Evangelista: "Os negacionistas são grandes preguiçosos"

Apanhámo-lo no final da sua 29ª missão no continente gelado, antes de embarcar numa longa viagem até casa, no Rio de Janeiro. Viciado nas maravilhas científicas deste pedaço de terra, não se deixa afetar pelas condições extremas em que trabalha há 35 anos

A saga da família Roquette: fundadores do Sporting e BES com histórias incríveis
Ana Taborda

A incrível saga da família Roquette

Vieram de França a saber cultivar rúcula, compraram grandes herdades, participaram em caçadas com reis e infantes, fizeram-se barões em Salvaterra. Os seus descendentes foram campeões de ténis e de golfe, fizeram o Sporting e o BES, lançaram o turismo no Algarve – mas também cantaram ópera no Scala de Milão.

Há uma potencial ligação entre a toma de melatonina por longos períodos e  a insuficiência cardíaca
Raquel Lito

Melatonina: perigo para o coração?

Comprimidos e gomas para dormir estão na moda e vendem-se em todo o lado, mas um novo estudo aponta para o eventual perigo de insuficiência cardíaca. Três especialistas analisam o alerta.

A terapia hormonal é uma das principais armas para tratar os sintomas graves da menopausa
Lucília Galha

Decisão histórica da FDA sobre medicação para a menopausa

A Agência dos Medicamentos americana decidiu retirar os alertas graves da terapia hormonal, que associavam a toma destes medicamentos a várias doenças, como o cancro de mama. Há muito que médicos e doentes aguardavam por esta mudança - afinal, toda a evidência científica dos últimos 20 anos vinha em sentido inverso.

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

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