A escrita de Vera Iaconelli, uma psicanalista deitada no divã
"Análise - Notas do Divã", de Vera Iaconelli, é um ensaio sobre a família, a memória e a intimidade daquela que normalmente só escuta.
"Análise - Notas do Divã", de Vera Iaconelli, é um ensaio sobre a família, a memória e a intimidade daquela que normalmente só escuta.
Grupos ligados ou Estado, ou apoiados por este, já atacaram estruturas energéticas dos países vizinhos, mas também lançaram ataques contra empresas do Ocidente. Os principais alvos são “os EUA e Israel”, mas Portugal “é também um alvo diário”.
Alguns países do Golfo Pérsico estão a proibir a partilha de vídeos de ataques militares nas redes sociais.
Nenhuma tecnologia, por mais avançada, pode compensar a falta de consciência e responsabilidade humana. O erro humano continua a ser a principal causa de incidentes de segurança — e isso não resulta de má-fé, mas de desinformação e hábitos incorretos.
Embora a Rússia seja o ator de desinformação "mais agressivo", a China e o Irão intensificaram as suas estratégias, através de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e redes de 'bots' nas redes sociais.
A pequena ex-república soviética é um dos principais alvos das tentativas de reconquista de influência da Rússia e vai a votos no domingo.
A evolução constante das técnicas de ataque, a interdependência digital e a escassez de quadros especializados exigem que Portugal continue a apostar numa cibersegurança estratégica, transversal, e sustentada.
A ameaça russa é sobre toda a Europa, não apenas sobre o Leste. Mas é nos estados Bálticos que ela é sentida de forma mais evidente e identificada. A revisão estratégica da Segurança e Defesa de França é clara na necessidade de travar a Rússia e fortalecer a Polónia. Que caminho escolheremos em caso de uma incursão báltica de Putin por 2028?
Diogo Alexandre Carapinha considera positiva a inclusão da cibersegurança na despesa da NATO, uma vez que "estamos cada vez mais suscetíveis a ataques", mas alerta que “Ou evolui para uma lógica de ciberdissuasão ou acaba por parecer um bocado irrelevante”.
Devemos ser exigentes com os nossos líderes, cuidadosos com os nossos comportamentos digitais e conscientes de que a segurança do país começa muitas vezes nas pequenas decisões do nosso dia-a-dia: uma palavra-passe forte, um link que evitamos abrir, uma notícia que escolhemos verificar.
A “ópera bufa” entre Donald e Elon só reforça o que já devia ser muito claro aos olhos de todos (mas ainda não é): Trump escolhe mal as companhias e isso revela a sua total inabilidade para liderar os EUA. Da Alemanha, surge cada vez mais o “novo fator Merz”. De Londres, a revisão do conceito de Defesa aponta desafios difíceis e ameaças que já não podem ser ignoradas.
De acordo com a Comissão Europeia, as quatro plataformas utilizavam apenas autodeclarações de verificação de idade com um clique, o que foi considerado ineficaz para impedir que melhor de 18 anos tivessem acesso aos seus conteúdos.
Os ataques cibernéticos procuraram penetrar empresas de defesa, transporte e logística em vários países ocidentais, incluindo os EUA, bem como portos, aeroportos e sistemas ferroviários.
Diogo Alexandre Carapinha, subcoordenador do VisionWare Threat Intelligence Center, explica à SÁBADO como os ciberataques se alteraram desde o início da invasão russa e como são agora centrais para o conflito.
Não faltam apelos para os Estados-membros investirem mais em Defesa, de Trump à NATO e até da presidente do Parlamento Europeu. Mas perito ressalva que o Estado Social não deve ser descurado.