O teste do Ford Focus do ministro Luís Neves
O teste é saber até onde se aceita que a legalidade formal não se aplica a um diretor da PJ, agora ministro, porque ele diz ser remediado (logo, sério) e do bem.
O teste é saber até onde se aceita que a legalidade formal não se aplica a um diretor da PJ, agora ministro, porque ele diz ser remediado (logo, sério) e do bem.
O debate realiza-se enquanto ainda há exames nacionais a ser corrigidos, um dia depois do prazo ter terminado.
Para o líder da bancada socialista, apesar dos contributos do PS para a estabilidade política, o executivo escolheu como solução "negociar com a extrema-direita".
Ventura acha que Montenegro não o respeita e sonha com um bipartidarismo entre o PS e... o Chega. Carneiro não quer parecer frágil, mas ensaia um discurso de vítima. Um não gosta de antecipar ansiedades como a discussão orçamental (Carneiro); outro vive delas (Ventura). Fazem contas a eleições em 2029.
No domingo passado, cinco pessoas foram atingidas por projéteis de chumbo em Matosinhos enquanto caminhavam na via pública.
A tragédia na Venezuela faz pensar no nível de preparação em Portugal, onde se registaram sismos recentemente
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.
"O Governo tem de escolher com quem é que quer dialogar e tem escolhido sempre do lado errado", lamentou Isabel Mendes Lopes.
Sobre um possível chumbo do Orçamento de Estado por parte do Chega, Ventura disse que "é necessário esperar", uma vez que "ainda estamos muito longe". Por outro lado, o político refutou realização de eleições.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
PCP diz que luta pelos direitos dos trabalhadores vai continuar e que o Governo, "se persistir nestas políticas, vai continuar a acumular derrotas".
Interrogado sobre as condições de governabilidade por parte do executivo PSD/CDS, após o chumbo na sexta-feira, na Assembleia da República, da proposta de revisão das leis laborais, o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares defendeu que a situação política "é exatamente a mesma".
Depois do chumbo do pacote laboral pela Assembleia da República.
"Saiu-nos do pelo, mas valeu bem a pena. Nos últimos tempos não temos tido a vida fácil, aproveitemos agora para festejar", sublinhou.
O dirigente do PSD - que prometeu "continuar na primeira linha do combate político" - disse mesmo que irá obrigar os dois partidos a esse diálogo.