Começar de novo. Ainda os cem anos do 28 de maio de 1926
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
Não foi nesse momento que o Estado Novo nasceu, mas esse foi o primeiro passo para a implantação desse regime fascista no nosso país.
Rostos novos, capazes de libertar a esquerda e a direita brasileiras do feitiço lulista ou bolsonarista, não se vêem no horizonte.
As histórias desta sexta-feira.
O naturalista britânico é responsável por dezenas de programas emblemáticos. A paixão pela vida selvagem começou na infância, quando percorria o campo de Leicester de bicicleta à procura de fósseis.
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
O reator 4 da Central Nuclear de Chernobyl explodiu há 40 anos. Um novo documentário dá voz a moradores, bombeiros e liquidadores - cidadãos chamados para limpar os destroços - que sobreviveram ao mais grave acidente nuclear da história da humanidade
Livros físicos, ebooks e audiolivros podem ser adquiridos na plataforma, que conta ainda com uma aplicação para smartphones, a Leya Lyvros.
No 25.º Congresso do PS, em Viseu.
Numa altura em que se avolumam evidências dos riscos que trazem os populismos de direita, dou por mim a constatar que se cumpre este ano o centenário do golpe de 28 de Maio de 1926, que viria a pôr fim à I República e a abrir caminho ao que seria o Estado Novo.
Desde a ficção aos ensaios e memórias, o arranque do ano está recheado de novidades.
O protagonista do filme Mary Poppins vai ao ginásio, canta num coro e procura divertir-se todos os dias. Conta tudo num novo livro
Eleanor e Lyle Gittens conheceram-se num jogo de basquetebol em 1941 e estão casados há 83 anos.
Os nomes portugueses que enriqueceram à custa do tráfico de escravos e construíram parte do país. O debate sobre a extinção do Chega, e o que 1975 nos deu em cinema, 50 anos depois.
Durante cem anos, aventureiros e capitalistas enriqueceram no tráfico de escravos. Ulrich, Bravo, Van Zeller ou o conde de Ferreira: as histórias dos últimos negreiros portugueses.
O Teatro Tivoli BBVA é o primeiro equipamento cultural em Portugal a receber esta distinção da Academia Europeia de Cinema, sendo a segunda distinção atribuída no país, depois da Ribeira do Porto em 2022.