Jogar pelo Seguro e aulas de condução com tutores
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António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
Em entrevista, Nuno Melo teve de se emendar sobre deixar o PS governar se ganhar, mas diz que só “aditou” informação. Tem agora uma cábula para responder qual é o salário mínimo. Não vai ser “polícia mau” na campanha, mas lembra que fez “muita barra” e trouxe isso para a política.
Duas reuniões, meia centena de personalidades, entre ex-líderes, como Portas, Cristas e Monteiro, nomes como Adolfo Mesquita Nunes e Cecília Meireles e vários empresários. O CDS tenta aquecer as máquinas para as legislativas, numa estratégia que deve passar pela coligação com o PSD.
Tivemos mais telefones desligados na cara do que respostas. Entre os partidos que são pró-Palestina, classificar a natureza do movimento que atacou Israel é assunto tenso e explosivo.
Marcha segue depois para o Palácio de Belém onde os representantes serão recebidos por um elemento da equipa de Marcelo Rebelo de Sousa.
As buscas tiveram de ser antecipadas por receio de que fossem reavaliadas por outro juiz. Resultado: Ministério Público não encontrou o advogado Mário dos Santos Paiva.
A extinção das correntes internas como figura estatutária é uma das propostas defendidas pelo presidente do partido, Nuno Melo.
Nuno Melo não tem parado, mas quase não se dá por ele. Sem deputados, os jornalistas não vão e o partido desaparece do radar.
Nuno Melo ressalvou que Cecília Meireles é um "dos melhores ativos do CDS-PP" e que, apesar de não integrar as listas do partido, continua no partido a "dar o melhor de si".
Paulo Portas veio votar em Nuno Melo. Mas esse “é apenas um gesto” num momento difícil do CDS. “Já não estamos no século XX nos anos 90.”
O CDS sairá de Guimarães com um líder novo. Nuno Melo é o grande favorito. Mas o Congresso pode não ser “um passeio no parque” para Melo.
Candidato à liderança dos centristas afirma que quer ao seu lado "alguns dos melhores que o CDS hoje tem e renovar profundamente o CDS".
O eurodeputado é o primeiro subscritor da moção "Tempo de Construir" que defende que o "CDS não é um partido qualquer", é um partido "fundacional do regime democrático", e que o CDS "não acabou".
Há quem tenha de procurar emprego, quem volte ao trabalho que tinha, quem aproveite para estudar e quem passe para os bastidores da Assembleia da República.