O Mundial onde o futebol se joga nos intervalos
Este Mundial ficará para a história por muitas razões, mas talvez nenhuma tão simbólica como a polémica em torno da suspensão do jogador da seleção dos Estados Unidos.
Este Mundial ficará para a história por muitas razões, mas talvez nenhuma tão simbólica como a polémica em torno da suspensão do jogador da seleção dos Estados Unidos.
Donald Trump revelou que contactou o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para pedir a revisão do cartão vermelho mostrado ao avançado norte-americano Folarin Balogun, esta quinta-feira. O presidente norte-americano afirmou que a ação “não foi uma falta”, que “nem sequer foi uma infração”, e considerou injusto que o jogador fique suspenso para o jogo seguinte, contra a Bélgica.
A Bélgica enfrenta os Estados Unidos na madrugada desta terça-feira, à uma da manhã, e Balogun pode entrar em campo.
Vários meios de comunicação social avançam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, que fosse retirada a suspensão a Balogun.
Sophia Cai, repórter norte-americana do 'Politico', revela os bastidores da anulação da suspensão ao jogador, que agora vai poder defrontar a Bélgica nos quartos de final do Mundial.
Casa Branca terá contactado diretamente a FIFA e Gianni Infantino para que a revisão fosse feita
Balogun vai poder defrontar a Bélgica nos quartos de final.
Uma goleada que nos deixa outra vez com "sensações".
O SNPVAC congratula-se por ter estado "na linha da frente na defesa dos seus associados e dos trabalhadores portugueses", recordando que aderiu às greves gerais.
Madibo viu o vermelho direto e estava inconsolável com o estado do colega de profissão
Competição arranca esta quinta-feira com o jogo entre México e África do Sul, que contará com a atuação de Shakira (mas não só). Ao todo serão 48 seleções a lutar pelo mesmo objetivo e há países estreantes. Alguns jogos poderão ser assistidos em canais de sinal aberto.
Este será o último teste antes da partida para os Estados Unidos, com vista à participação no Mundial2026.
O Mundial chegou à Ásia em 2002, onde vigorou o "Golo de Ouro" - e que levou ao despedimento de um coreano. Já o Alemanha 2006 assistiu à estreia de Ronaldo, teve um recorde de cartões e disse adeus a Zidane - com a surpreendente agressão a Materazzi.
Em 1994 houve Diego, mas também o Maradona dos Cárpatos e o Maradona do Deserto. E a triste história do colombiano Escobar. Já o Mundial 98 teve em Zidane o protagonista, sobrepondo-se ao brasileiro Ronaldo Fenómeno, que viveu um episódio assustador na véspera da final.
Avançado do Milan viu um vermelho direto no particular com o Chile.