Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Apareceu pela primeira vez nos jornais ainda não tinha 4 anos, depois de assistir ao atropelamento mortal da mãe. Descendente de ferroviários, cresceu de terra em terra, mas foi em Santarém, ao volante de um Citroën 2CV, que pediu a mulher em casamento. Juntos adotaram dois bebés, viajaram pela Europa a acampar e viram o cancro matar o herói de Abril. No Luxemburgo, a filha Catarina tornou-se delegada sindical. Os netos cresceram a ouvir as histórias do avô revolucionário.
Sob o pseudónimo de Carlos Vale Ferraz, Matos Gomes assinou vários romances em que estava patente a temática africanista, nomeadamente no contexto da Guerra Colonial.
O militar morreu este domingo, aos 78 anos. "Partiu sereno e com musicas de Abril", escreveu a família na publicação onde anunciavam a morte do coronel.
A SÁBADO publica dois capítulos de O General que Começou o 25 de Abril Dois Meses Antes dos Capitães, de João Céu e Silva, que relata a história e origem do livro do general António de Spínola - cujo famoso monóculo era, afinal, falso.
No terreno, os ucranianos podem estar a perder para o poderio russo. Mas com técnicas de guerra psicológica e empatia nas redes sociais, o governo de Zelensky conquistou o chamado Ocidente. Chamam-lhes guerreiros da informação.
“Criminoso” ou “corajoso”? Os abusos e a eficácia criaram duas barricadas no debate. “Um Rambo” que “excedeu tudo”, diz Vasco Lourenço.
O debate sobre a guerra colonial não deve ser feito pela manipulação ideológica da esquerda ou da direita. Deve ser feito com mais rigor e menos subjetividade. Deve ser um debate de reconciliação entre portugueses, não de ódio e vingança
Foram aclamados como heróis à chegada a Luanda, mas estavam mal preparados, não tinham equipamento adequado e nem sabiam bem o que estavam ali a fazer. Sobreviveram – a custo – sem saber que tinham à espera outra batalha para a vida: o regresso a casa.
No meu quarto do hospital, vou assistindo ao grande festival que a comunicação social vem desenvolvendo à volta do caso do "assalto" mais famoso na nossa comunidade.
Ernestina e Conceição recuperaram os seus. Mas ainda há cerca de 1.500 militares que partiram de Portugal e não voltaram.
"O PS pode um dia governar com a direita, mas não será comigo", garantiu o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, num almoço na Associação 25 de Abril.
Livro do investigador e professor catedrático Fernando Pereira Marques será apresentado no Porto