Irão ataca terceiro navio no estreito de Ormuz
Ataque acontece depois de Donald Trump indicar que iria estender o cessar-fogo, mas manter o bloqueio naval no estreito.
Ataque acontece depois de Donald Trump indicar que iria estender o cessar-fogo, mas manter o bloqueio naval no estreito.
Os incidentes ocorrem depois de os Estados Unidos terem apreendido um porta-contentores iraniano, no fim de semana, e abordado um petroleiro associado ao comércio de petróleo do Irão, no oceano Índico.
O incidente ocorre depois de os Estados Unidos terem apreendido um navio porta-contentores iraniano, no fim de semana, e abordado um petroleiro associado ao comércio de petróleo do Irão, no oceano Índico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as forças norte-americanas apreenderam, este domingo, um cargueiro com bandeira iraniana perto do Estreito de Ormuz. Segundo Trump, o navio estaria a tentar contornar o bloqueio naval imposto por Washington.
Ultrapassa os 95 dólares por barril no mercado de futuros de Londres.
Líder dos Estados Unidos diz estar a postos para fazer o que "deveria ter sido feito por outros presidentes nos últimos 47 anos".
Depende. O chamado Acordo das Lajes é público e é claro: se a missão não estiver ligada à NATO ou a uma organização internacional apoiada por Portugal, só podem com autorização prévia.
Especialistas apontam que um ataque dos EUA contra o Irão poderá estar iminente. Também outros países registaram movimentações invulgares.
O Eikborg tem a bordo seis tripulantes, todos estrangeiros e transporta 3.300 toneladas de pasta de papel.
Numa pergunta que irão dirigir à ministra do Ambiente e Energia, os socialistas "querem saber de que forma está o Governo a acompanhar a situação, que medidas estão a ser implementadas para evitar que o navio naufrague e se está garantida a segurança ambiental em caso de naufrágio ou derrame de combustível".
Seguem equipamentos de saúde, abrigos, artigos de higiene, nutrição, educação e proteção.
Cargueiro ficou totalmente destruído.
Duas aldeias romenas foram evacuadas, esta segunda-feira, depois de um incêndio num cargueiro carregado com gás de petróleo liquefeito do lado ucraniano. O incidente ocorreu na sequência de ataques russos a infraestruturas portuárias, junto à fronteira.
Entre os detidos está o proprietário do cargueiro que transportava nitrato de amónio que explodiu no porto de Beirute, em 2020, matando pelo menos 218 pessoas e ferindo mais de 6.000.
Dois dos navios são suspeitos de transportarem armas, enquanto um outro é capaz de destruir cabos submarinos. À SÁBADO a Marinha não esclareceu se houve um aumento no número de avistamentos.
O incidente foi relatado na terça-feira pela missão naval da União Europeia.