Especialistas defendem mais prevenção face ao impacto do clima na Saúde
A falta de planeamento compromete a capacidade de resposta dos Sistemas de Saúde, concluíram especialistas na Conferência organizada pela Multicare.
A falta de planeamento compromete a capacidade de resposta dos Sistemas de Saúde, concluíram especialistas na Conferência organizada pela Multicare.
O impacto das alterações climáticas na Saúde já é uma realidade, com efeitos visíveis no aumento de doenças respiratórias, cardiovasculares e infecciosas. A resposta passa por antecipar riscos, reforçar a literacia e apostar em modelos de cuidado mais contínuos e personalizados.
A epidemia dos remédios falsos e a saída dos EUA da NATO estão entre as manchetes desta quinta-feira.
No cancro e nas doenças cardiovasculares, as falsas promessas de cura levam pacientes a abandonar tratamentos - e podem contribuir para enfartes. Nas vacinas, são mesmo uma questão de saúde pública. Saiba como as combater.
De acordo com os dados do estudo a principal causa apontada para o não cumprimento da medicação é a ausência de sintomas, seguida da "gravidade percecionada" da doença e da posologia.
A newsletter de quarta-feira.
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Apesar do difícil acesso em áreas remotas e da escassez de pessoal, foram alcançadas melhorias assinaláveis na ilha, que só assumiu a responsabilidade política pelo seu próprio sistema de saúde em 1992.
São de cerca de 33,5 milhões de euros para esse objetivo.
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
As doenças cardiovasculares ainda são das que mais matam, mas há cada vez mais soluções científicas para as tratar. Veja ainda os estranhos contratos que "implicam" Gouveia e Melo e a entrevista intimista a Carlos Carvalhal
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Sabia que 80% dos casos de doenças cardiovasculares podiam ser evitados ou pelo menos adiados uma década? E ainda: a história do empresário António Quaresma; a moda dos microcasamentos.
Cuidar da saúde começa por voltar a dar ao corpo aquilo para que ele foi feito: mover-se.
Os dias curtos criam uma melancolia que permite parar e pensar no que pode mudar. “Aceitar a tristeza é um ato de coragem e não uma fraqueza”, garante a psicóloga Gina Tomé.