Governo destina 2% do imposto do tabaco para a prevenção e controlo do tabagismo
São de cerca de 33,5 milhões de euros para esse objetivo.
São de cerca de 33,5 milhões de euros para esse objetivo.
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
As doenças cardiovasculares ainda são das que mais matam, mas há cada vez mais soluções científicas para as tratar. Veja ainda os estranhos contratos que "implicam" Gouveia e Melo e a entrevista intimista a Carlos Carvalhal
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Sabia que 80% dos casos de doenças cardiovasculares podiam ser evitados ou pelo menos adiados uma década? E ainda: a história do empresário António Quaresma; a moda dos microcasamentos.
Cuidar da saúde começa por voltar a dar ao corpo aquilo para que ele foi feito: mover-se.
Os dias curtos criam uma melancolia que permite parar e pensar no que pode mudar. “Aceitar a tristeza é um ato de coragem e não uma fraqueza”, garante a psicóloga Gina Tomé.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
Há que admitir aqui que as coisas que receamos para nós são as mesmas que geram piedade quando acontecem aos outros
Se se avançasse com uma comparticipação de 90% de todos os medicamentos, o Estado gastaria dois mil milhões de euros.
A neurologista Teresa Paiva concorda que nos devemos manter sempre no horário de inverno porque "é aquele em que estamos mais alinhados com as horas de luz natural”.
No Dia Mundial da Alimentação, a Danone destaca cinco benefícios do iogurte e a importância de fazer escolhas conscientes.
Há cada vez mais jovens em sofrimento psicológico e temos de criar ferramentas para ultrapassar esta situação, alerta o psiquiatra.
A resposta é positiva e há vários argumentos de peso: o SARS Cov2 é muito mais transmissível do que a gripe, por exemplo. Além de que, quanto mais livremente circular, maior a probabilidade de se tornar novamente pandémico.
A fadiga não é um sintoma que possa ser desprezado, nem é para aguentar - tem de procurar a causa. É possível recuperar a energia sem grandes mudanças. Como? Desligar as notificações do telemóvel, evitar o açúcar (vai sentir-se ainda pior), arranjar um propósito de vida ou até andar descalço na natureza.
Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.