Caso de alegada corrupção na Madeira com equipa da PJ em dedicação exclusiva
Processo levou à queda do Governo Regional, em 2024.
Processo levou à queda do Governo Regional, em 2024.
Pedro Calado e os empresários Custodio Correia e Avelino Farinha ficam apenas sujeitos a Termo de Identidade e Residência. Juízes criticaram decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que impôs restrições à liberdade de circulação.
Leandro Silva emitiu um comunicado onde admitiu que apresentou uma taxa de alcoolemia 1,99 g/l.
E ainda a meia dúzia de gatos pingados, a ajudinha aos candidatos e les beaux esprits se rencontrent (na Madeira)
Na sua página de Internet, a ANA já havia alertado os passageiros para as previsões meteorológicas que apontavam para "condições adversas que podem condicionar a operação (partidas e chegadas), nos dias 10 a 13 de dezembro".
Avelino Farinha, arguido num dos processos da Madeira, é um dos contemplados com financiamento para obras em Angola. Primeiro-ministro vai assinar contratos.
O pedido deve surgir até ao final do ano, no âmbito da Operação Ab Initio, e estender-se a outros processos.
No meio da campanha eleitoral, ministra da Saúde assinou contrato-relâmpago com o assessor que, meses antes, lhe tinha dado uma formação "a título pessoal". Cunha Vaz, há muito ligado ao PSD, prometeu que em 2025 ia colher os frutos do que andara "a semear".
Madeirenses voltaram a dar uma vitória ao líder do PSD/Madeira, com um resultado expressivo. Nem as suspeitas de corrupção, nem a instabilidade política o impediram de ter o maior número de votos desde a sua primeira eleição, há uma década
Os madeirenses não castigaram o líder do PSD pelo caso: houve menos abstenção e teve mais votos. As urnas foram só política, imunes às questões judiciais. Se for acusado em funções, a democracia entra em território não cartografado. A oposição não soube, nem sabe, o que dizer sobre isso.
Tribunal da Relação repõe "fortes indícios de corrupção", desfaz a argumentação benévola do juiz de instrução e coloca o ex-autarca do Funchal em xeque. A transferência pessoal de 7.500 euros de Calado para Miguel Albuquerque continua por explicar e há notas falsas encontradas no cofre de um empresário da noite.
Em causa está uma megaoperação na Madeira, por suspeitas de corrupção, branqueamento e prevaricação.
A operação mobilizou 123 trabalhadores e cerca de 20 viaturas, sendo que a Câmara Municipal instalou 300 contentores adicionais em diversos pontos distribuídos pelas dez freguesias do concelho.
Cristina Pedra, presidente da câmara do Funchal é a segunda política mais rica do país. Declara quase quatro mi lhões de euros provenientes, explica, de “atividade profissional e empresarial”.
Autarquia de Ponta do Sol recruta entre os seus: contratou familiares da presidente e da vereadora e próximos do PS. Célia Pecegueiro assegura que os “métodos de seleção” são corretos.
Ato eleitoral aconteceu esta quinta-feira na sequência da crise política provocada pela demissão de Miguel Albuquerque, do cargo de presidente do Governo Regional.