Caseiro detido pela PJ por suspeita de matar casal para quem trabalhava em Lagos
Terá ocultado os cadáveres numa cisterna.
Terá ocultado os cadáveres numa cisterna.
As autoridades do distrito de Chitwan, no Nepal, começaram, este sábado, a enterrar em valas temporárias corpos de vítimas das cheias que ainda não foram identificadas. Cerca de 250 cadáveres aguardavam identificação, enquanto equipas forenses tentavam determinar a identidade das vítimas e permitir que fossem posteriormente reclamadas pelas famílias.
Ao longo desta manhã foram retirados do mar mais seis cadáveres.
Arquivos da violência política não devem servir para servir a agenda do Chega mas para fazer a história. E ela também está cheia de cadáveres no rasto da extrema-direita
Cadáveres foram encontrados na parte mais funda de uma gruta, a mais de 50 metros de profundidade, e aparentemente o equipamento que levaram não seria o mais adequado para uma exploração nestas condições.
Cadáveres de Monica Montefalcone, investigadora e professora na Universidade de Génova, de 52 anos, e de Federico Gualtieri, biólogo marinho de 31, foram transferidos para a capital Malé.
Missão decorre entre hoje e amanhã em duas fases com o objetivo de trazer o mais depressa possível os cadáveres para a superfície.
A médica veterinária Sónia Miranda analisou no NOW o comportamento de crocodilos do Nilo, na sequência de um caso de um empresário português atacado por um crocodilo. Explicou que estes animais são predadores selvagens com uma «grande capacidade de ingestão de presas inteiras», o que faz parte do seu estado natural. Além disso, referiu que os crocodilos podem atuar como necrófagos oportunistas, ingerindo cadáveres. «Um predador não consegue distinguir que tipo de proteína é que está a ingerir, se é humana ou se é outro tipo de proteína», afirmou a médica veterinária.
Desde a queda do regime de Muammar Kadhafi, em 2011, a Líbia converteu-se num território de trânsito massivo de migrantes em direção à Europa, provenientes sobretudo dos países da África subsariana.
O ambíguo apuro de danos começa a lembrar o «body count», o empilhar de cadáveres inimigos, do Vietname.
Desde o início do cessar-fogo, a 10 de outubro, mais de 600 cadáveres foram recuperados de entre os escombros que cobrem a Faixa de Gaza.
Israel entregou ao Hospital Nasser, em Gaza, os corpos de 15 palestinianos. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, no total já foram recebidos 330 cadáveres, dos quais apenas 95 foram identificados.
Segundo a Defesa Civil, as vítimas do ataque são 11 membros da família Shaban, entre as quais sete crianças e duas mulheres.
Até ao momento o grupo já devolveu oito cadáveres, sendo que um deles não pertencerá a nenhum refém.
Um dos corpos recuperados é o de Ilan Weiss, de 56 anos.
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais