Em tubos, burritos ou hambúrgueres: as novas formas de comer sushi
Nas últimas semanas, as redes sociais foram inundadas com tubos de sushi. Juntámos 11 espaços que se dedicam a reinventar a iguaria asiática.
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Ex-procuradora-geral dos EUA, responsável pela divulgação dos documentos de Epstein, foi ouvida perante o Comité de Supervisão da Câmara dos Representantes. Durante o seu depoimento, recusou-se a mencionar o nome de Trump e defendeu que foram divulgados todos os documentos sobre o criminoso sexual.
O motivo por detrás da decisão é o estado de saúde do marido que "luta contra o cancro", explica Gabbard na sua carta de resignação.
O príncipe Harry e Meghan, duques de Sussex, encontraram-se, esta sexta-feira, com sobreviventes do tiroteio na praia de Bondi, em Sydney, Austrália, e com elementos das equipas de emergência que responderam ao ataque. O tiroteio ocorreu a 14 de dezembro, durante as celebrações do Hanukkah, e fez 15 mortos.
Antiga procuragora-geral dos EUA devia ter sido ouvida esta terça-feira sobre o caso Epstein mas, ao alegar que foi demitida do cargo, decidiu faltar à audiência. Pam Bondi poderá agora enfrentar acusações de crime de desobediência ao Congresso.
Departamento de Justiça esclareceu que tendo Pam Bondi sido demitida do cargo de procuradora-geral que esta não irá prestar qualquer tipo de depoimento na audição que estava marcada para 14 de abril. O comité garante, contudo, que Bondi tem a obrigação de prestar esclarecimentos sobre o caso Epstein.
Audiência decorre a portas fechadas mas será gravada. Já estão previstas audiências para maio, junho e julho.
A frustração de Trump com Bondi sobre a forma como lidou com os inquéritos relacionados com o caso de Jeffrey Epstein terá sido uma das razões para o seu despedimento.
Os democratas norte-americanos abandonaram, na quarta-feira, uma reunião à porta fechada com líderes do Departamento de Justiça sobre os arquivos de Jeffrey Epstein e afirmaram que pressionariam a Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, a responder a perguntas sob juramento.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve relações sociais com Jeffrey Epstein na década de 1990, frequentando os mesmos círculos da alta sociedade em Nova Iorque e na Florida, mas afirma ter ‘rompido’ com o empresário muito antes de ser investigado pelas autoridades.
Segundo os documentos, a mulher afirmou ter sido abusada sexualmente pelo então empresário imobiliário na década de 1980, quando ainda era menor de idade.
EX-presidente dos EUA disse que nunca fez nada de "errado" e criticou o facto de Hillary ter prestado depoimento. "Alguém que cresce com violência doméstica" jamais poderia ter viajado no jato de Epstein. Questionado sobre se Trump devia depor, disse que não lhe cabia essa decisão.
Ex-secretária de Estado foi ouvida no caso Epstein. Durante a audiência negou ter visitado a ilha de Jeffrey Epstein, acusou o Comité de fazer "teatro político partidário" e solicitou um interrogatório a Trump.
O Departamento de Justiça escreveu que os ficheiros relativos à cúmplice de Epstein, Ghislaine Maxwell, pareciam estar em falta na base de dados pública.
Durante a acesa discussão a procuradora-geral insistiu que Trump não tinha conhecimento dos crimes do seu antigo amigo e defendeu as ações do seu gabinete.
O congressista Jamie Raskin afirmou que o Departamento de Justiça não só reteve registos dos legisladores, "mas agora Bondi e a sua equipa estão a espiar membros do Congresso que exercem funções de fiscalização.