250 anos dos EUA: Os EUA em dez filmes marcantes
De As vinhas da Ira (1940) a Oppenheimer (2023), escolhemos alguns dos filmes que marcaram o cinema norte-americano.
De As vinhas da Ira (1940) a Oppenheimer (2023), escolhemos alguns dos filmes que marcaram o cinema norte-americano.
Os meios "são muito desonestos, precisamos de grandes meios de informação, que sejam justos, e também precisamos de fronteiras, muros e eleições justas", referiu o presidente eleito.
O dinheiro de Bezos, o seu talento e intuição de gestor, levaram os ingredientes que o jornalismo do Post precisava em 2012. Nada fazia antever, contudo, que um dia Bezos atingiria o cúmulo da falta de coragem e da hipocrisia.
Enquanto apoiava Israel publicamente, o chefe de Estado norte-americano contestava nos bastidores a forma como Netanyahu estava a conduzir a guerra em Gaza, afirma Bob Woodward no seu novo libro "War".
As desembargadoras usaram 39 vezes a palavra “revogar”, 12 vezes a palavra “revogação”, 189 vezes a expressão “Sr. Juiz” e dinamitaram a decisão instrutória delirante do “juiz das garantias” Ivo Rosa sobre a Operação Marquês. Previsível
Novo livro de Bob Woodward sobre a presidência de Trump, escrito com o repórter Robert Costa, revela ainda que o ex-presidente dos EUA disse a Pence que, se não contrariasse a vitória de Biden, não era mais seu amigo.
O ator norte-americano de 95 anos era mais conhecido pelo seu papel como "Garganta Funda" no filme Os Homens do Presidente, de 1976.
Kamala Harris ou Mike Pence poderão substituir ou suceder ao líder da Casa Branca em caso de impedimento de continuação do presidente. Eleições acontecem a 3 de novembro.
Presidente dos Estados Unidos reconheceu ter ponderado mandar eliminar Bashar al-Assad, mas não o fez porque o então secretário da Defesa, James Mattis, se opôs à ideia.
Jang Song-Thaek, tio por casamento do líder norte-coreano, então considerado o número dois não oficial do regime, foi executado por ter traído a nação.
Numa entrevista para o novo livro de Bob Woodward sobre si, o presidente dos EUA admitiu estar deliberadamente a "desvalorizar" o novo coronavírus.
O famoso jornalista de investigação norte-americano Bob Woodward obteve as 25 cartas "até agora nunca divulgadas" trocadas entre Donald Trump e Kim Jong-un.
Trump não é bom, nem uma boa pessoa. Mas não é mau do jeito que imaginamos. Há ali uma vilania complexa, uma maldade genuína, uma visão perigosa sobre a humanidade.
O poder alicerça-se no medo. E Donald Trump sabe isso. Utiliza-o como arma política e como forma de manipulação e domínio. Bob Woodward mostra-nos a essência do presidente norte-americano.
A enorme degradação da qualidade das capas dos livros portugueses torna as livrarias uma monótona sucessão de imagens todas iguais, estereotipadas, entre o méli-mélo e umas recriações históricas que parecem cromos juvenis, para pior