Rangel afirma que Portugal avaliará novas sanções contra Teerão "caso a caso"
O ministro dos Negócios Estrangeiros manifestou "bastante apreensão" com o reinício das hostilidades entre os EUA e o Irão, defendendo que "é necessário desescalar".
O ministro dos Negócios Estrangeiros manifestou "bastante apreensão" com o reinício das hostilidades entre os EUA e o Irão, defendendo que "é necessário desescalar".
Vários países emitiram comunicados em condenação de um projeto israelita que prevê a construção de mais de 3.000 habitações na Cisjordânia, território da Palestina. Muitos consideram uma ameaça à solução de dois Estados e à paz.
Rejeitado pelo Exército, condenado por incitação ao racismo e apoio a uma organização terrorista, o ministro israelita transformou-se numa das figuras mais influentes do Governo de Benjamin Netanyahu.
Netanyahu insistiu que as forças armadas israelitas “não farão qualquer retirada” do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado".
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
Sete colonos extremistas ou suas organizações são alvos de sanções, assim como 12 elementos do movimento islamita palestiniano Hamas.
O orçamento de aproximadamente 193 mil milhões de euros destina mais 77% para despesas de defesa do que para a saúde, sendo esta última de aproximadamente 17 mil milhões de euros.
O primeiro-ministro israelita sublinhou que o custo da ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra o Irão, iniciada em 28 de fevereiro, implicou a aprovação de um orçamento especial de guerra para apoiar as forças armadas e as operações militares em curso.
O Exército israelita exigiu a retirada imediata dos moradores que ainda se mantêm nos arredores do sul de Beirute.
A cidade de onde discursou Netanyahu, Berseba, sofreu na segunda-feira passada o impacto de um míssil ou de fragmentos do mesmo, que deixou, segundo os serviços de emergência, 15 feridos por cortes com vidros, nenhum deles grave.
Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para o repatriamento de cidadãos no Médio Oriente.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
A lei foi aprovada no parlamento e aplaudida por ministros do executivo de Netanyahu.
Bezalel Smotrich disse sentir "imensa alegria" com a libertação dos reféns mas manifestou "grande medo" sobre as "consequências de esvaziar as prisões e libertar a próxima geração de líderes terroristas, que farão todo o possível para continuar a derramar rios de sangue judeu".
Benjamin Netanyahu chegou a Nova Iorque na quinta-feira e hoje vai discursar na Assembleia Geral da ONU.
Primeiro-ministro avisou: “Preservaremos a nossa herança, a nossa terra e a nossa segurança".