Médio Oriente: Netanyahu anuncia aumento da ofensiva no Líbano
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
Sete colonos extremistas ou suas organizações são alvos de sanções, assim como 12 elementos do movimento islamita palestiniano Hamas.
O orçamento de aproximadamente 193 mil milhões de euros destina mais 77% para despesas de defesa do que para a saúde, sendo esta última de aproximadamente 17 mil milhões de euros.
O primeiro-ministro israelita sublinhou que o custo da ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra o Irão, iniciada em 28 de fevereiro, implicou a aprovação de um orçamento especial de guerra para apoiar as forças armadas e as operações militares em curso.
O Exército israelita exigiu a retirada imediata dos moradores que ainda se mantêm nos arredores do sul de Beirute.
A cidade de onde discursou Netanyahu, Berseba, sofreu na segunda-feira passada o impacto de um míssil ou de fragmentos do mesmo, que deixou, segundo os serviços de emergência, 15 feridos por cortes com vidros, nenhum deles grave.
Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para o repatriamento de cidadãos no Médio Oriente.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
A lei foi aprovada no parlamento e aplaudida por ministros do executivo de Netanyahu.
Bezalel Smotrich disse sentir "imensa alegria" com a libertação dos reféns mas manifestou "grande medo" sobre as "consequências de esvaziar as prisões e libertar a próxima geração de líderes terroristas, que farão todo o possível para continuar a derramar rios de sangue judeu".
Benjamin Netanyahu chegou a Nova Iorque na quinta-feira e hoje vai discursar na Assembleia Geral da ONU.
Primeiro-ministro avisou: “Preservaremos a nossa herança, a nossa terra e a nossa segurança".
De acordo com a versão das autoridades, divulgada por jornais como o Haaretz ou o Times of Israel, os militantes planeavam usar drones com explosivos para assassinar Ben Gvir.
As autoridades israelitas confirmaram que 32 pessoas foram detidas.
A Administração Civil israelita na Cisjordânia aprovou um plano de construção de um novo colonato num vasto terreno a leste de Jerusalém.
Ministro das Finanças fez anúncio dos novos colonatos na Cisjordânia, assumindo abertamente que o objetivo é impedir o reconhecimento do Estado da Palestina. "Não há nada para reconhecer e ninguém para reconhecer."