O submundo das editoras extremistas
Entre movimentos de extrema-direita, surgem novos projetos editoriais. E antigo dirigente de organização na mira da Europol lançou livro aplaudido por deputados e assessores do Chega.
Entre movimentos de extrema-direita, surgem novos projetos editoriais. E antigo dirigente de organização na mira da Europol lançou livro aplaudido por deputados e assessores do Chega.
Cerca de uma dúzia de pessoas ficaram feridas, de acordo com as autoridades.
Chamava-se João Luís Chaves Natário e segundo o jornal ucraniano Euromaidan Press morreu a combater na guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Em julho, a Rádio Brigantina já tinha avançado com a notícia.
Lançamentos foram realizados através da região russa de Kursk. Ucrânia conseguiu abater apenas dois drones, segundo a força aérea ucraniana.
Vivemos, na invasão da Ucrânia, uma espécie de tempo de vésperas. Setembro será um mês de grandes transformações, e vemos agora o princípio destas. É dentro desse espírito que deve compreender-se a “miniofensiva oficiosa” de Kiev.
Ex-militar português da Polícia do Exército rumou à Ucrânia para combater os invasores russos. Dois anos depois, dá à SÁBADO o seu testemunho de guerra - e como é estar a 20 metros do inimigo.
Ex-militar português da Polícia do Exército rumou à Ucrânia para combater os invasores russos. Dois anos depois, dá à SÁBADO o seu testemunho de guerra — e como é estar a 20 metros do inimigo.
A Ucrânia sobrevive às sucessivas campanhas de bombardeamento e incursões graças ao auxílio ocidental e a uma enorme sangria militar. A paz continua a ser uma perspetiva distante.
Durante 1h30, João, um português a combater na Ucrânia, falou sobre o seu dia a dia e como é estar integrado na Brigada de Azov. E ainda: entrevista a Betina Anton, que escreveu sobre a fuga do nazi Mengele; a história do único Roquette que se manteve no Brasil; as vítimas de burlas amorosas cometidas através da Internet.
Newsletter de segunda-feira.
'João' juntou-se à Legião Estrangeira ucraniana para combater invasores russos. Agora está no Batalhão Azov — e garante que não viu "um único nazi". É o testemunho de um português a combater na Ucrânia.
Uma desvantagem de governar em maioria absoluta é a ausência de desculpas para o que correr mal durante a gestão da República. É banal dizê-lo, mas convém sempre relembrá-lo.
A editora do neonazi João Martins começou a traduzir obras do ideólogo russo de Vladimir Putin. Um antigo candidato do PNR e colaborador da editora estreitou ligações com o movimento extremista brasileiro Nova Resistência, a maior máquina de propaganda duginista em português.
Do Papa a Guterres, dos governos mais fortes aos mais obscuros, nos lares e nas discussões, ninguém de boa-fé e boa vontade está contra a paz na Ucrânia. Só os agressores desejam a guerra. Mas se é fácil identificar esta, é mais difícil descobrir aquela.
Mesmo sem as comparações cinematográficas, o ministro Pedro Adão e Silva tem, no essencial, razão. Se pensam que a CPI da TAP prestigiou o parlamento enganam-se.
As operações ofensivas lançadas no início de junho pelas forças ucranianas, sem cobertura aérea, apresentam resultados aquém do esperado e implicaram um número de baixas insustentável para Kiev. A análise de João Carlos Barradas.