Bombardeamentos deixam fora de serviço um quinto da frota da aviação comercial do Irão
Ataques atingiram aeroportos, radares e sistemas de navegação.
Ataques atingiram aeroportos, radares e sistemas de navegação.
Ministros dos Transportes da UE vão debater hoje, numa videoconferência informal, os impactos do conflito no Médio Oriente para o setor, nomeadamente a pressão sobre o combustível para a aviação, quando já se assiste a aumentos de custos e subidas de preços.
Segundo anunciou a Autoridade de Aviação Civil iraniana, citada pela agência de notícias Tasnim.
A Galp deu garantias ao Governo de ter combustível para a aviação até, pelo menos, meio de agosto. Ao Negócios, a empresa energética diz que "não se antecipam disrupções nos próximos meses".
O diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Faith Birol, disse, esta quinta-feira, em entrevista à AP, que a Europa tem “talvez combustível de aviação suficiente para umas seis semanas” e destacou que esta é a “a maior crise energética que já enfrentámos na história”, devido ao bloqueio no Estreito de Ormuz.
A segunda vaga de impacto da guerra no Irão, a de escassez de gasóleo e jetfuel para a aviação, chega à Europa em meados deste mês. O Ministério do Ambiente e da Energia e a Galp não anteveem que venha a faltar combustível, mas os preços vão bater recordes. Chefes dos governos vão a Bruxelas daqui a duas semanas para debater medidas de redução dos consumos.
Só chegaram as duas propostas que os grupos de aviação confirmaram, com a IAG a ficar de fora da corrida. Agora é o tempo da Parpública elaborar um relatório fundamentado para apresentar ao Governo.
O conflito no Médio Oriente tem provocado perturbações na aviação regional, levando ao encerramento temporário de alguns aeroportos, à restrição de voos e a alterações de rotas por motivos de segurança, devido à instabilidade do espaço aéreo e ao risco de ataques ou intercetações militares.
Organização de aviação civil iraniana anunciou o encerramento total do espaço aéreo do país.
Organização sindical imputa ao Governo "a responsabilidade pelos transtornos causados aos passageiros".
De acordo com o presidente do SPAC, "não se trata de uma questão partidária ou corporativista, mas sim de defesa de direitos fundamentais dos trabalhadores".
Tiago Santos vai assumir a liderança do grupo de aviação.
Mais de 6.000 aviões, metade dos A320, o avião mais vendido da história da aviação comercial, foram afetados por este problema, embora a maioria só precisasse de uma atualização informática para manter os padrões de segurança.
O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil marcou uma assembleia geral extraordinária para dia 5 de dezembro para decidir se vai participar no protesto contra o anteprojeto de revisão do Código do Trabalho.
O diretor-adjunto do Jornal de Negócios, Celso Filipe, comenta o interesse da Air France-KLM e da Lufthansa na TAP.
O SNPVAC pediu a marcação de uma assembleia de emergência considerando que as "alterações têm repercussões enormes no setor da aviação".