Eleições antecipadas no Reino da Dinamarca: Frederiksen testa força nas urnas
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
Luís Montenegro foi líder parlamentar enquanto Passos Coelho era primeiro-ministro, nessa altura - e nos anos seguintes - foram bastante próximos, mas o afastamento público tem sido cada vez mais visível.
Presidente da autarquia, José Carlos Gonçalves, retirou os pelouros aos dois vereadores do partido.
Perante um pedaço de verde maltratado, o jardineiro Nuno Prates não fica à espera de burocracias e põe as mãos na terra. A cidade agradece.
Helena Freitas e Fábio Costa recusaram o pedido do presidente da câmara para renunciarem e decidiram manter o mandato, mesmo sem pelouros.
Maria Lencastre Portugal foi eleita vereadora pelo Chega e agora nomeada, pelo executivo de Ana Abrunhosa, gestora-executiva da Prodeso. Militantes do PS Coimbra falam de “mercantilização dos votos para garantir a maioria”.
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
Ex-candidato do Chega detido por alegado abuso de menores processou o liberal. Considera que ficou com a honra “irremediavelmente comprometida”.
O mês termina em guerra, mas náo entre em ansiedade: já lhe explicámos como. E também contámos quem é afinal Seguro, o novo Presidente, e quem são os autarcas do Chega que empregam família e amigos, quem é Epstein e seus cúmplices e quem marcou (para o bem e para o mal) os jogos Olímpicos de Inverno.
Estivemos no Algarve de que quase não se fala, para conhecer uma aldeia com herança cultural, beleza natural e vontade de ir mais longe. Alte fica no concelho de Loulé, a apenas meia hora da praia, mas quem lá vive sente os efeitos da interioridade e do despovoamento.
Os socialistas referem que não podem "por coerência e responsabilidade, contribuir para um modelo de governação que normalize a presença de uma força política cujas posições são incompatíveis com os valores democráticos e humanistas.
Em pouco mais de quatro meses, o Chega perdeu nove vereadores municipais. Os últimos dois são da Madeira.
Presidente de Câmara do Entroncamento, eleito pelo Chega, contratou deputado municipal em Loures. Em Almada, vereador contratou autarca de Lisboa. A isto junta-se por todo o País casos de contratação de filhas, irmãs, primas e namoradas.
Ana Simões Silva anunciou em 19 de janeiro ter decidido desfiliar-se do Chega, passando a assumir o mandato como independente.
Sete eleitos nas autárquicas de 2025 desfiliaram-se do Chega ou pediram a demissão. A tendência é que a debandada de quadros diminua.