Sábado – Pense por si

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

OMS investiga possível transmissão de hantavírus entre humanos a bordo de cruzeiro

OMS investiga possível transmissão de hantavírus entre humanos a bordo de cruzeiro

A Organização Mundial de Saúde (OMS) está a investigar a possibilidade de transmissão de hantavírus entre humanos, que gerou um surto a bordo de um navio cruzeiro no Atlântico. Até ao momento, há registo de três mortos e sete pessoas infetadas. Segundo a diretora de preparação para epidemias e pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, este tipo de transmissão é raro, mas já foi registado em surtos anteriores, estando em curso uma avaliação detalhada do risco.

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