Hantavírus: a caminho das Canárias, navio leva 144 pessoas sem sintomas
Os últimos casos suspeitos de hantavírus foram retirados para aviões ambulância. Vários profissionais de saúde permanecem a bordo do navio Hondius.
Os últimos casos suspeitos de hantavírus foram retirados para aviões ambulância. Vários profissionais de saúde permanecem a bordo do navio Hondius.
O Hondius esteve de quarentena em águas de Cabo Verde, desde domingo.
Dois tripulantes com sintomas e uma pessoa assintomática, mas que partilhou a cabina com a última das três vítimas mortais a bordo, por síndrome respiratória aguda, estão a caminho dos Países Baixos.
Duas ambulâncias com pessoal médico de fato de proteção integral transportaram os três ocupantes a transferir desde o barco até ao aeroporto, onde se encontravam dois aviões ambulância.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reportou no domingo três mortes ligadas a um possível surto de hantavírus, que pode causar síndrome respiratória aguda, a bordo do navio.
Dois dos passageiros do navio de cruzeiro afetado com um surto de hantavírus foram transferidos para Joanesburgo, um faleceu e o outro permanece hospitalizado.
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
A SÁBADO fez um levantamento inédito de todos os familiares de José Maria do Espírito Santo Silva. Dos descendentes, 59 trabalham ou trabalharam no grupo e são vários os que admitem ter perdido dinheiro.
Uma vez no porto espanhol, a tripulação e os passageiros "serão devidamente examinados, receberão os cuidados necessários e serão transferidos para os respetivos países".
Autoridades sul-africanas solicitaram à companhia aérea que informe os passageiros afetados para que contactem o Ministério da Saúde.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) está a investigar a possibilidade de transmissão de hantavírus entre humanos, que gerou um surto a bordo de um navio cruzeiro no Atlântico. Até ao momento, há registo de três mortos e sete pessoas infetadas. Segundo a diretora de preparação para epidemias e pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, este tipo de transmissão é raro, mas já foi registado em surtos anteriores, estando em curso uma avaliação detalhada do risco.
A Oceanwide Expeditions, empresa responsável pelo cruzeiro, está a ultimar com as autoridades a retirada dos dois tripulantes com sintomas respiratórios que precisam de assistência médica urgente.
Foi protagonista de uma das mais “brilhantes” falências da história: a queda da Air Luxor, um processo de €86 milhões ainda em aberto e repleto de histórias mirabolantes. Paulo Mirpuri criou uma fundação "de pesquisas" e aterrou um A380 em Beja
Para já, não há necessidade de transferência dos passageiros para unidades hospitalares, sendo que qualquer eventual transporte será reavaliado com o mais elevado nível de segurança.
Autoridades suspeitam que surto de hantavírus matou três pessoas a bordo de cruzeiro. Isto é tudo o que precisa de saber sobre este vírus.