Porque voto Seguro
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
As declarações surgiram depois de a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, ter anunciado que a atividade cirúrgica pode ser suspensa sempre que os serviços de urgência estiverem sob pressão.
Em junho, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto já tinha anunciado o compromisso de generalizar a atribuição de bilhete gratuito para quem acompanha pessoas com deficiência, no acesso a equipamentos culturais públicos.
A discussão que ainda mal começou sobre as propostas governamentais de revisão de leis laborais deixa a claro a falta de tino e visão da ministra Maria Ramalho e de Luís Montenegro.
Entre as mais de 100 propostas de mexidas ao Código do Trabalho, a socióloga Anabela Vogado e o advogado Frederico Assunção avaliam as mais sensíveis. Caso sejam implementadas, os trabalhadores saem prejudicados, dizem ambos à SÁBADO.
Encarregados de educação estão preocupados.
"Estamos a criar uma plataforma para que possamos cruzar dados e ter a certeza que em cada resposta social a lista de espera corresponde efetivamente às necessidades, porque às vezes acontece que uma mesma pessoa esteja inscrita em duas respostas sociais aguardando vaga", disse Clara Marques Mendes.
Pedro Delille ter presumido que a sessão iria começar mais tarde do que o agendado e chegou atrasado, tendo José Sócrates sido representado, durante cerca de meia hora, por uma advogada oficiosa na audiência.
Podem até nem dar pelo vírus, mas depois da infeção a vida altera-se radicalmente. Simples gestos, como tomar banho, tornam-se um esforço. Ainda não se sabe o que causa a doença - nem se um dia vai passar.
Inês Miranda e Liliana Marques acreditam que a arte cuida e o humor salva. A peça que vão estrear em Lisboa e no Porto é um alerta sobre a vida que perdemos quando nos deixamos levar pelo medo.
Negócios imobiliários de Alexandre Almeida, o presidente da câmara de Paredes, e recandidato pelo PS, estão a levantar suspeitas
Em comunicado, a Ordem dos Psicólogos defende que "algumas propostas representam um retrocesso face à legislação atualmente em vigor e não têm em conta a evidência científica disponível nem as recomendações internacionais".
O comunicado realça a falta de provas que atestem "efeitos adversos da amamentação continuada durante a infância" e insta o Ministério da Saúde e a Direção-Geral da Saúde a tomarem "uma posição clara e inequívoca em defesa das pessoas que amamentam".
A polémica em torno do assunto surgiu após afirmações da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que disse haver trabalhadoras que usavam de forma abusiva a licença de amamentação.
A lei define que a "mãe que amamenta o filho tem direito a dispensa de trabalho para o efeito, durante o tempo que durar a amamentação", mas a ACT confirmou que algumas empresas não cumpriram esta regra.
Para a ministra do Trabalho, o combate a quem se serve da generosidade da lei podia começar em casa.