MAI volta hoje a reunir-se com sindicatos da PSP e associações da GNR
Em cima da mesa vai a revisão do estatuto profissional e do sistema remuneratório e a discussão da proposta de revisão dos suplementos.
Em cima da mesa vai a revisão do estatuto profissional e do sistema remuneratório e a discussão da proposta de revisão dos suplementos.
Cerca de 100 agentes da PSP, alguns vestidos de negro, e outros tantos da GNR convergiram, ao final da tarde, para a Avenida dos Aliados, numa marcha silenciosa, mas com as reivindicações expostas no cartazes que transportavam.
Para exigir ao Governo uma valorização salarial.
Em causa está o incumprimento do acordo assinado com o Governo em 2024, que aumentou em 300 euros o suplemento de risco, para valores distintos do da PJ, mas que ainda não concretizou a revisão salarial, de carreira e do sistema de avaliação.
Sindicatos querem negociar com o Governo a melhoria do desenvolvimento das carreiras. Estão marcadas novas reuniões negociais nos dias 17 e 29 de setembro.
A reunião agendada para o dia 17 de setembro terá como objetivo concluir a negociação do suplemento especial para o controlo de fronteiras aeroportuárias e no dia 29 serão discutidas a reestruturação das carreiras e a organização do tempo de trabalho.
Tendo em conta o contexto de "grande descontentamento entre os profissionais", a associação sindical dos militares da GNR, anunciou ações de protesto em vários pontos do país.
Para discutir o aumento da criminalidade e os constrangimentos que afetam esta força de segurança, como a falta de efetivos ou desmotivação.
Conhecido como “o polícia antirracista”, tornou-se incómodo por apontar o dedo ao preconceito no interior da PSP. O caso da esquadra do Rato devolve à memória as denúncias.
Luís Neves retomou esta segunda-feira as negociações com as associações socioprofissionais da GNR e sindicatos da PSP.
Em causa está, segundo o presidente do maior sindicato da PSP, a tabela remuneratória, suplementos e estatuto profissional.
O ministério que tritura ministros encontrou, finalmente, alguém que conhece a casa por dentro. Os primeiros meses de Luís Neves no MAI confirmam o instinto certo de Montenegro e devolvem ao cargo a competência técnica que vinha em falta.
"Não aceitamos que, perante a desvalorização da carreira e a baixa adesão aos concursos, o Governo privilegie a exposição mediática em detrimento de soluções sólidas", acusa.
Luís Neves já esteve reunido com a Associação Sindical a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral.
Falámos com dirigentes sindicais, que apontam causas e preocupações, defendem o principio da inocência, mas são claros quanto ao que fazer em caso de condenação.
O maior sindicato da PSP acusa o Governo de desrespeitar o acordo alcançado em julho de 2024.