Venezuela: Nas ruas, ‘Chavistas’ exigem aos EUA devolução de Maduro
Em Caracas, a agência noticiosa espanhola EFE reporta a existência, de manhã, de ruas vazias e longas filas de pessoas à porta dos poucos supermercados abertos.
Em Caracas, a agência noticiosa espanhola EFE reporta a existência, de manhã, de ruas vazias e longas filas de pessoas à porta dos poucos supermercados abertos.
Terão sido atingidos alvos civis e militares, segundo o executivo venezuelano.
Segundo o New York Times o alvo foi um cais que as autoridades norte-americanas acreditam ser utilizado pela Tren de Aragua para armazenar narcóticos e prepará-los para o transporte marítimo.
As declarações surgem na sequência de uma sessão do Conselho de Segurança convocada a pedido de Caracas, na qual Rússia e China criticaram as ações dos Estados Unidos.
Presidente norte-americano garante que quer "salvar vidas".
Medida vem no seguimento da campanha contra a entrada de drogas nos Estados Unidos por parte do presidente Donald Trump.
Detenções aconteceram em cinco cidades espanholas e foram ainda apreendidas drogas e desmantelados laboratórios ilegais.
A ofensiva visa destruir centros utilizados pela organização de narcotráfico que, segundo os EUA, é chefiada por Nicolás Maduro e administrada por membros importantes do regime.
Porta-aviões possui dois reatores nucleares e transporta mísseis de médio alcance. Autorizado para abater submarinos ou navios inimigos, deverá desempenhar agora um papel no combate ao narcotráfico.
“Marchas marítimas” vão decorrer nos estados de Anzoátegui, La Guaira, Miranda, Falcón, Nueva Esparta, Zulia, Aragua e Sucre.
O Presidente norte-americano confirmou a morte de “três terroristas” neste segundo ataque, que ordenou pessoalmente.
Trump ordenou o envio de 10 jatos e uma frota de navios para o Caribe. Além disso, os EUA estão a oferecer uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levem à detenção de Maduro. O que está por detrás do conflito?
As forças armadas norte-americanas dispararam na terça-feira contra um “barco que transportava droga”.
Grupo, que era liderado através de uma prisão, contrata migrantes para os submeter à "servidão por dívida" e usa crianças de 10 anos, "treinadas para assassinatos", para executarem "pequenas tarefas".
Ataque ocorreu enquanto os terroristas estavam no mar, "em águas internacionais, transportando narcóticos ilegais, a caminho dos Estados Unidos".
Em causa estão organizações consideradas terroristas por Washington, como o Tren de Aragua e os cartéis de Sinaloa e dos Sóis.