Está calor? Prepare-se: vai piorar
O sistema está em desequilíbrio porque a concentração de gases com efeito de estufa ainda não parou de aumentar. O tempo será cada vez mais quente.
O sistema está em desequilíbrio porque a concentração de gases com efeito de estufa ainda não parou de aumentar. O tempo será cada vez mais quente.
Temperatura média global da atmosfera à superfície tem aumentado e está próximo de 1,5 graus celsius a mais do que no período pré-industrial.
Nos últimos dias, vários países na Europa, nomeadamente França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Países Baixos, estão a passar por elevadas temperaturas e a baterem recordes de tempo quente.
Segundo um estudo publicado esta sexta-feira pelo World Weather Attribution.
A nova peça da companhia de teatro recupera uma velha tese: a de que o Paraíso existiu mesmo e ficava no Polo Norte. Daí, viajam até 2026 para questionar seitas e teorias da conspiração.
Vários cientistas já referiram que com o aquecimento global os eventos de calor extremo, se estão a tornar mais frequentes e intensos, além de ocorrerem cada vez mais nas outras estações do ano.
Os sintomas da chikungunya, classificada pela Organização Mundial de Saúde como uma das doenças tropicais negligenciadas, incluem febre alta, dores musculares e nas costas, dor de cabeça, fadiga, náuseas e erupções cutâneas.
Mais do que o fenómeno em si, o que nos deve preocupar é a conjugação com o aquecimento global. O planeta está cada vez mais quente, alertam os especialistas.
Segundo o Instituto de Física Atmosférica da Academia Chinesa de Ciências "o aquecimento oceânico é uma das principais causas" do aumento, representando 43% da subida desde 1960.
Depois de oito anos como Presidente da Câmara de Lisboa e oito anos como Primeiro-Ministro, Costa descobriu o problema da habitação num discurso em Bruxelas. Dezasseis anos. Dois mandatos autárquicos e dois governamentais. Uma cidade inteira e um país inteiro. E foi preciso uma cadeira no Conselho Europeu para a epifania chegar.
A falta de planeamento compromete a capacidade de resposta dos Sistemas de Saúde, concluíram especialistas na Conferência organizada pela Multicare.
Humanidade gera anualmente entre 2,1 e 2,3 mil milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos.
Doenças como a dengue, a zika ou a chikungunya podem tornar-se uma realidade cada vez mais frequente em Portugal, impulsionadas pelo aquecimento global, alerta o professor Celso Granato, da Universidade Federal de São Paulo.
O relatório indicou que é necessário promover uma "cultura do calor", que inclua a adaptação das cidades, a criação de refúgios climáticos e a elaboração de planos de ação para as ondas de calor, de forma a proteger os cidadãos.
Ora a água, ora o fogo, tudo levam e neste transe português é um desacerto pensar apenas em assacar fatalidades ao clima.
Um quarto do país está atualmente exposto a riscos climáticos, como cheias, incêndios florestais e seca, o que abrange cerca de 7% da população portuguesa.