Um eclipse de cada vez
Portugal, frívolo sem querer 11 meses por ano, fica frívolo de propósito no querido mês de agosto.
Portugal, frívolo sem querer 11 meses por ano, fica frívolo de propósito no querido mês de agosto.
O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.
Defende que a capacidade de escolha é o melhor aliado para não deixar que a dopamina, a chamada “hormona do desejo”, nos domine. Entretanto, ponha música a tocar e conheça outros truques para introduzir no dia a dia
A nova lei do Tribunal de Contas não é uma reforma, é mesmo um assalto.
Declarações surgiram em entrevista ao canal France 2.
Macron pode nomear outro primeiro-ministro, convocar eleições antecipadas ou demitir-se, a dois anos das próximas eleições presidenciais. Para já, pediu "negociações finais" para uma "plataforma de ação" e deu até quarta-feira.
O primeiro-ministro Sébastien Lecornu abandonou o cargo menos de um mês após tomar posse.
Três anos depois de "New Blood", Michael C. Hall volta ao papel do famoso serial killer. A nova série, disponível na SkyShowtime, prolonga a vida do protagonista. Mas valerá a pena?
Produções premiadas, regressos, animação e histórias de coragem são os argumentos para nos levar de volta ao sítio onde fomos felizes: o cinema.
As três lições destas legislativas. A primeira: mudar a base eleitoral a meio da campanha é receita para o desastre.
A guerra comercial dos EUA parece um notável ato de sabotagem. Pode antes ser a grande aposta da oligarquia.
Trump despreza a Europa e trata a Ucrânia como parceiro menor. O Presidente dos EUA está mesmo disposto a ajudar Putin a voltar à mesa dos grandes, reabilitando a Rússia e forçando Kiev a concessões inaceitáveis. Não se vê como possa correr bem.
O caso do deputado autárquico fere o Chega muito mais do que o homem das malas, porque revela uma ambiguidade essencial dos costumes da nossa triste Männerbund.
Sacrificou-se o governante para salvar o desgoverno. A lei dos solos, esse planalto de promiscuidade, entra hoje em vigor.
Leia o quarto capítulo do conto original e exclusivo de Afonso Reis Cabral para a SÁBADO.