Um menu piço
O meu lema é “come e deixa comer” e não massacro os outros por causa do que comem. Já a mim não massacram, mas às vezes moem um bocado. E pelos vistos alguém não comer carne também dá muita vontade de rir.
O meu lema é “come e deixa comer” e não massacro os outros por causa do que comem. Já a mim não massacram, mas às vezes moem um bocado. E pelos vistos alguém não comer carne também dá muita vontade de rir.
Há algoritmos que detetam cancros tão pequenos que dispensam quimioterapia, réplicas digitais de doentes que permitem escolher tratamentos e prever resultados, experiências interativas para recuperar de um AVC e também já existem personal trainers virtuais. A revolução está em curso.
Há óculos que recriam cozinhas e casas de banho muito sujas - é a IA ao serviço dos doentes obsessivo-compulsivos; entrevistas interrompidas pelo estafeta que trás o jantar; e chaves que só se usam uma vez por ano - e mais uma, para a SÁBADO
A quietude é muito poderosa precisamente porque, não agindo, não partindo vidros nem cabeças, ficando simplesmente quieta, como é da sua natureza, ocupa um espaço como forma de exercer política com os pés estáveis e com isso manifesta um protesto difícil de desmontar.
Reivindicam materiais gratuitos, o fim dos exames nacionais e melhores condições nas instalações.
Na madrugada de sábado para domingo os relógios voltam a atrasar uma hora. Com isto, chegam os dias mais escuros e a mudança de humor. À SÁBADO, a psicóloga Cátia Silva explica o porquê e deixa estratégias para proteger o bem-estar psicológico.
Não é uma questão de “ordem pública”. O Estado “implacável” tem um medo de morte da contestação social.
Quer a violência antissistema, quer as reações de medo ou cólera que desencadeiam, têm um escape mais óbvio e escancarado do que os fatigados “rostos” de velhos movimentos e os seus 3+1 no Parlamento.
A partir desta quinta-feira os táxis no aeroporto de Lisboa passam a ter tarifas fixas, para impedir cobranças excessivas. Mas há um senão: nem todos os concelhos da área metropolitana estão abrangidos por esta medida e, em alguns casos, a viagem poderá até ficar mais cara.
No ar há 29 anos, sempre na Rádio Comercial, a rubrica de Nuno Markl revela, em tom divertido, histórias reais pontuadas de surrealismo. Lembramos duas das que vão ser tratadas em filme, com estreia marcada para 2027, e outra que envolve um amigo que se torna amante de um casal - sem que saibam um do outro
Na primeira vez que foi à Nazaré, a surfista brasileira olhou para o "mar medonho" e pensou: "Nunca na vida vou entrar ali". Oito anos depois, surfou um monstro de quase 25 metros de altura, que lhe pode valer o recorde do Guiness.
A obsessão pelo trabalho. Como se um Deus cristão tivesse sido substituído por um Deus da Produtividade. Em vez de: "que pecados cometeste hoje?", a frase de reflexão do fim do dia é: "o que produziste hoje?"
Acabam hoje, dia 14, as filmagens da versão cinematográfica d’O Homem que Mordeu o Cão. Durante um mês, o realizador esteve rodeado de amigos que o ajudaram a concretizar este sonho. E o seu AVC serviu de cola ao surrealismo das histórias já contadas na rádio.
Vitalii Zhykovych garante que foi um ex-oficial da inteligência ucraniana quem "propôs a operação" no Mónaco, que feriu um oligarca, assim como o filho e a companheira.
Há 30 anos que o brasileiro Rodrigo Koxa anda pelo mundo à procura das maiores ondas e já teve um recorde. A que surfou na Praia do Norte no final do ano passado foi "perfeita, a mais linda”. E este fim de semana valeu-lhe o prémio de Maior Onda Masculina.
Casa do jogador do FC Porto, na Foz, foi assaltada em maio.