Urgência de obstetrícia do São Francisco Xavier estará fechada em agosto
O Hospital de São Francisco Xavier apenas dará resposta ao INEM em caso de emergência para o serviço de obstetrícia.
O Hospital de São Francisco Xavier apenas dará resposta ao INEM em caso de emergência para o serviço de obstetrícia.
No seu novo monólogo, que se estreia nos palcos em setembro, a autora e encenadora parte de um julgamento a mulheres acusadas da prática de aborto, em 2002, na Maia, para mergulhar no tema.
A prática de fazer tatuagens sob o efeito de anestesia geral ou sedação já foi adotada no Brasil e nos Estados Unidos pelas estrelas, e está, pouco a pouco, a ganhar adesão em Portugal.
No meio da crise no SNS são cada vez mais as pessoas empurradas para o privado. Os grandes grupos competem com o público até nos tratamentos mais complexos e têm cada vez mais médicos em exclusividade. Mais escolha tem um preço: os portugueses são dos que mais pagam do seu bolso em saúde.
A mulher neozelandesa foi submetida a uma cesariana e a equipa cirúrgica deixou um instrumento com 17 centímetros de diâmetro no seu abdómen.
Manuel Pizarro passa o dia sem comer, faz 12 mil passos (acelerados) ao dia, a mulher condiciona-lhe a dieta, mas jura que não a ação política, e não perdeu o humor com os casos a marcar-lhe a estreia.
Uma comissão técnica encarregada de reorganizar as urgências obstétricas sinalizou o eventual encerramento de maternidades em seis hospitais. "A solução não pode ser essa. Há mulheres que têm medo de engravidar", diz o especialista Miguel Raimundo.
Operação foi feita num hospital público em Madrid e o sucesso do procedimento é agora a esperança de muitos pacientes que aguardam por um dador.
A lei não obriga os hospitais a divulgar os contratos de prestação de serviços, nem as instituições precisam do aval do Ministério das Finanças. Pouco se sabe sobre este mercado.
Transição de gestão feita sem tempo, demoras de meses para contratar pessoas e comprar equipamentos, falta de diálogo. O contraste entre a gestão dos hospitais que eram PPP, de gestão privada, para EPE, gestão pública, ilustra os problemas na Saúde.
Os serviços de ginecologia e obstetrícia de hospitais em várias zonas do país voltam hoje, previsivelmente, à normalidade depois de ter sofrido constrangimentos ou encerramentos.
As urgências de hospitais em várias zonas do país voltam este fim de semana a registar constrangimentos e encerramentos, nomeadamente em Braga, no Algarve e em Santarém.
David Doubilet e Jennifer Hayes fotografam tubarões, crocodilos, focas em todo o mundo. Já foram mordidos, mas nenhuma aventura abala a dedicação do casal.
Em cinco anos a Saúde passou a gastar mais 3 mil milhões, mas as urgências estão sem médicos e enfermeiros, os hospitais sem autonomia para comprar lençóis e o Estado com menos capacidade para competir com o privado.
Um dos profissionais que estava escalado apanhou covid e não houve ninguém para o substituir. Todas as grávidas foram transferidas.
Dezenas de especialistas saíram para o privado. Os blocos estão a funcionar só para os casos oncológicos e as epidurais nos partos não são garantidas.