As finanças de Salazar e os pais que vão de férias e deixam os filhos na escola
Também testámos o AMALIA, o primeiro modelo de inteligência artificial português.
Também testámos o AMALIA, o primeiro modelo de inteligência artificial português.
O primeiro modelo de inteligência artificial português já está disponível. A SÁBADO testou-o, mas a IA portou-se mal: errou, inventou factos e nomes, alterou a História de Portugal, criou disparates e perfeitas alucinações. Divertido? Sim, mas um embaraço.
Visita guiada às novidades da região alentejana, para desanuviar da polémica: a correção digital aos exames nacionais. O ministro da Educação viu-se sozinho na tempestade, enquanto a Fundação para a Ciência e a Tecnologia teve de sanar um diferendo em torno do programa de IA, Amália.
Acordo feito via FCT com a Fundação Amália Rodrigues, detentora dos direitos de imagem, para esta desistir da oposição ao registo do nome do novo modelo de IA.
A afirmação é dura, mas os factos sustentam-na. O AMALIA alucina. Inventa factos, referências, acontecimentos e explicações com a mesma fluência com que acerta. Reproduz enviesamentos, pode gerar conteúdos tóxicos ou discriminatórios e é vulnerável a manipulação através de instruções maliciosas.
O Amália não é, nem pretende ser, um "ChatGPT português".
Não é como o ChatGPT, mas pode ajudar a tomar decisões. A Marinha vai usar e várias startups demonstraram interesse.
O sistema português de inteligência artificial Amália foi lançado esta quarta-feira, dia 1.
Questionado para que serve o Amália, o presidente executivo do Center for Responsible AI aponta três razões "e todas a ver com soberania".
No EP "Lusa: Ato II", disponível a 22 de maio, a cantora vai incluir “Rapariga”, um tema para o qual convocou uma gravação de Amália Rodrigues, com quem imagina um dueto.
Já não mora em Chelas, mas continua a ser do bairro. Apesar da agenda cheia de concertos, quer viajar com o marido. Comer bem é uma das suas extravagâncias e revela ainda que está preparada para ser mãe.
Andou pelo mundo como guitarrista de Amália Rodrigues, ganhou fama a cantar nos festivais da canção mas quis voltar às origens no fado. Aos 68 anos e 50 de carreira, diz que não pode dar-se ao luxo de parar de trabalhar.
Foi a primeira interprete do "Cheira bem, cheira a Lisboa”, que mais tarde viria a ser interpretado por Amália Rodrigues. Tinha 89 anos.
A fadista de 40 anos preocupa-se com a falta de apoios à cultura, a escalada de preços das casas e a fome em Gaza. Prepara-se para subir ao palco do Tivoli BBVA a 16 de setembro, com Pontas Soltas. Veja o vídeo.
Em outubro, a Orquestra Sinfónica Portuguesa leva ao Carnegie Hall um espetáculo que revisita Amália Rodrigues, com Cristina Branco, Raquel Tavares, Ricardo Ribeiro e o maestro Jan Wierzba.
Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.