Sábado – Pense por si

O primeiro-ministro, Luiís Montenegro, no evento de lançamento do AMALIA no início deste mês
Francisco Máximo Gaié

Os delírios de AMALIA, a IA portuguesa

O primeiro modelo de inteligência artificial português já está disponível. A SÁBADO testou-o, mas a IA portou-se mal: errou, inventou factos e nomes, alterou a História de Portugal, criou disparates e perfeitas alucinações. Divertido? Sim, mas um embaraço.

Raquel Lito

Alentejo chique, um ministro isolado e um nome de referência

Visita guiada às novidades da região alentejana, para desanuviar da polémica: a correção digital aos exames nacionais. O ministro da Educação viu-se sozinho na tempestade, enquanto a Fundação para a Ciência e a Tecnologia teve de sanar um diferendo em torno do programa de IA, Amália.

AMALIA: 5,5 milhões de euros deitados ao lixo?

A afirmação é dura, mas os factos sustentam-na. O AMALIA alucina. Inventa factos, referências, acontecimentos e explicações com a mesma fluência com que acerta. Reproduz enviesamentos, pode gerar conteúdos tóxicos ou discriminatórios e é vulnerável a manipulação através de instruções maliciosas.

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Anita Guerreiro, figura notável do fado português, sorri num retrato.
Correio da Manhã

Morreu a fadista e atriz Anita Guerreiro

Foi a primeira interprete do "Cheira bem, cheira a Lisboa”, que mais tarde viria a ser interpretado por Amália Rodrigues. Tinha 89 anos.

Ana Taborda

Van Zeller, a história de uma família que se fez portuguesa

Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.

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