O submundo das editoras extremistas
Entre movimentos de extrema-direita, surgem novos projetos editoriais. E antigo dirigente de organização na mira da Europol lançou livro aplaudido por deputados e assessores do Chega.
Entre movimentos de extrema-direita, surgem novos projetos editoriais. E antigo dirigente de organização na mira da Europol lançou livro aplaudido por deputados e assessores do Chega.
Foi delegado no último congresso russófilo internacional, liderado por um espião russo e aplaudido por Putin. À SÁBADO, Alexandre Guerreiro nega qualquer ligação profissional a Moscovo.
Ao longo de 1.292 páginas, Jorge Castela acusa a Ucrânia de ter "um regime de natureza oligárquica e neonazi". Sobre o partido que fundou, atira: "O Chega é mais um a replicar esta ficção de conseguirmos derrotar a Rússia."
No livro "Lenine Foi à Lua", Michel Eltchaninoff liga Elon Musk a Putin. O que os une? A admiração pelos cosmistas russos, que viram na exploração planetária o caminho para uma nova humanidade.
A editora do neonazi João Martins começou a traduzir obras do ideólogo russo de Vladimir Putin. Um antigo candidato do PNR e colaborador da editora estreitou ligações com o movimento extremista brasileiro Nova Resistência, a maior máquina de propaganda duginista em português.
Choco frito, salada de polvo e amêijoas à Bulhão Pato, mas também lapas, couve-flor assada ou corações de galinha. Os repórteres da SÁBADO foram em missão: encontrar os melhores petiscos perto de Lisboa e do Porto. E ainda: a propaganda russa em Portugal; entrevistas com a psicóloga de Fernando Pimenta e com o ex-treinador Manuel Cajuda.
Ao lado de André Ventura, Jorge Castela fundou o Chega. Já longe do partido, o advogado, economista e primeiro ideólogo da estrutura fala sobre a incompetência que provocou a atual crise estatuária e crítica a posição pró-ucraniana do partido.
O que disse Cavaco Silva para horrorizar os camaradas? Nada de especial: teceu críticas severas, mas perfeitamente legítimas, ao Governo em funções. E o pedido de demissão, que levou socialistas ilustres à demência, foi até brando pelos padrões do Largo do Rato.
Esta quarta-feira o país liderado por Zelensky divide-se entre a comemoração da independência e a data que marca os seis meses desde o início da invasão russa. Ucranianos temem que a ofensiva de Moscovo aumente nos próximos dias e que os confrontos em Kiev sejam retomados.
João Carlos Barradas traça o perfil do filósofo cuja filha foi morta quando explodiu uma bomba no seu carro.
Onde se fala de um surpreendente documento pacifista, a denunciar uma possível guerra contra a Ucrânia, por parte de um setor russo que é militar, nacionalista e pró-”bolchevique”. Foi divulgado agora. Vale o que vale. Mas existe